terça-feira, 3 de janeiro de 2012

2012 e a mobilidade urbana

 
Houve uma queda de cerca de 30% na utilização 
do transporte público no Brasil nos últimos dez anos, 
segundo estudo divulgado pelo Instituto  
de Política Econômica Aplicada – IPEA.  

Na questão dos investimentos no transporte coletivo 
houve  avanços em 2011, mas é preciso caminhar 
mais ainda.  

A mobilidade urbana teve positivos desafios. 

O PAC da Copa teve disponível R$ 11 bilhões para utilização em sistemas de transportes estruturais nas cidades-sedes 
e seu legado mais significativo será fazer com que 
esses meios de transportes estejam em operação 
em 2014 para dar qualidade à mobilidade dos cidadãos. 

Mas, o Governo  também incentivoumais a utilização 
do transporte individual. 
Um dado da pesquisa mostra que 90% dos 
subsídios federais para transporte de passageiros 
são destinados à aquisição e operação de 
carros e motocicletas. 

Como conseqüência, o uso de automóveis nas 
grandes cidades cresce 9% ao ano, enquanto 
o de motocicleta á saltos de 19%.
Em alguns lugares, dependendo do trajeto que se faça, 
sai mais barato usar moto ou até mesmo carro do 
que o ônibus, metrô 
A renda da população está aumentando e, se não 
houver políticas no sentido de melhorar e incrementar 
o transporte público, essa situação vai se deteriorar ao 
ponto em que teremos cidades inviáveis.

A política de combustíveis também contribuiu 

para o encarecimento do transporte público, pois, 
segundo o estudo, os ônibus movidos a 
diesel estão presentes em 85% dos municípios 
do país e representam o principal meio de 
transporte de massas nas grandes cidades. 
Segundo o IBGE, o preço do óleo diesel subiu 50% a 
mais que o da gasolina nos últimos 10 anos.

Somente cerca de 8% do diesel consumido no Brasil 

vai para o transporte público, e isso nos permite 
afirmar que é bem possível subsidiar a compra de 
diesel para o setor do transporte público e, assim, 
baratear as passagens.

Sem maiores investimentos e sem políticas públicas de mobilidade urbana por parte do governo federal, será muito difícil atender à demanda que não para de crescer.


Os dados da mortalidade no trânsito, divulgados recentemente pelo Ministério da Saúde, mostram que, infelizmente, nossos números continuam acima do aceitável.

O MDT espera que em 2012 o Brasil definitivamente eleja 
a mobilidade urbana como o grande tema de utilidade 
pública e que se mantenham  constantes os
investimentos para solucionar a questão da circulação 
nas cidades. 

Essa é a nossa grande esperança.

Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Ônibus símbolo de Londres volta em 2012

Foi apresentada na última sexta-feira, dia 16, na cidade de Londres, a versão moderna dos Routemaster, os mais tradicionais ônibus vermelhos de dois andares que já circularam pela capital britânica.

Em 2005, praticamente quase todos os veículos foram retirados de circulação, pois eram considerados relíquias caras do passado, e acabaram sendo substituídos por ônibus sanfonados.

Os primeiros oito novos Routemaster começarão a circular pelas ruas a partir de fevereiro de 2012. A outra frota só será colocada em circulação caso a experiência seja considerada um sucesso.

O prefeito da capital, Boris Jonhson, acredita fielmente na retomada do uso dos coletivos, que já foram um dos símbolos de Londres.


Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT

domingo, 1 de janeiro de 2012

Feliz 2012


O ano de 2011 terminou. Nessa época do ano, é comum fazermos uma retrospectiva dos fatos ocorridos.  O ano passado foi repleto de desafios e acontecimentos relevantes e como mais de 80% da população brasileira vive nas cidades enfrentando problemas diários nos seus deslocamentos, o automóvel está em questão como objeto produtor de poluição, como meio de transporte causador de congestionamentos e como artefato associado ao individualismo e a outras causas antissociais.

Passar por estes desafios que fazem parte da vida de todas as pessoas não foi uma tarefa fácil. No entanto, é chegado momento de saudar um novo ano e a melhor maneira é tentar refletir sobre o que podemos melhorar e colocar em prática nos meses que estão por vir.
 
Sistemas de transportes em operação em 2014

Na questão dos investimentos no transporte coletivo houve  avanços em 2011, mas é preciso caminhar mais ainda.  A mobilidade urbana teve positivos desafios. O PAC da Copa teve disponível R$ 11 bilhões para utilização em sistemas de transportes estruturais nas cidades-sedes e seu legado mais significativo será fazer com que esses meios de transportes estejam em operação em 2014 para dar qualidade à mobilidade dos cidadãos. Para 2012 fica o desafio de acompanhar os investimentos e ficarmos atentos, pois não podemos aceitar as propostas de adiamento dos prazos para implantação de “sistemas definitivos” de alta capacidade sem o devido compromisso com a urgência de suprir o déficit de transportes públicos, há mais de 20 anos sem investimentos. De igual modo, o PAC da Mobilidade, com seus R$ 18 bilhões, está na mesma pauta de discussão.

Outra notícia positiva nesse sentido vem do anunciado compromisso do Governo do Estado de São Paulo em investir até 2014 R$ 45 bilhões em sistemas estruturais de transporte público, sendo R$ 15 bilhões através de Parcerias Público Privadas-PPP.

Projetos de Lei

Em 2011 tramitou no Senado um projeto de lei oriundo da Câmara que estabelece medidas de desoneração fiscal voltadas para o barateamento de tarifas, o fim das gratuidades paga pelos usuários e a adoção do sistema integrado temporal ('bilhete único') ou a integração em terminais. Também o PL da Mobilidade Urbana segue agora para sanção presidencial e visa melhorar a qualidade de vida urbana, fazendo com que os governantes priorizem o transporte coletivo, o público e o não motorizado. Outro projeto muito importante e cuja tramitação se arrasta no Congresso, institui o 'vale-transporte' social.

Outras medidas

Vamos tentar em 2012 garantir maior velocidade e conforto para os usuários do transporte público e menores custos operacionais, ressaltando a importância do uso de diesel com menor quantidade de enxofre e outros combustíveis mais limpos.

Também medidas de restrição a automóveis e motos e a integração desses veículos aos sistemas estruturantes de transporte público, a implementação de corredores exclusivos de transporte publico de superfície, operados com ônibus (BRTs) ou trilhos (VLTs) e um nível mais apurado de informações sobre os serviços aos usuários devem ser defendidos para 2012.

O MDT deseja  a todos os mais sinceros votos de um ano de 2012 repleto de realizações e paz e que se coloque na agenda a necessidade de desenvolvimento de novas formas de motorização com a priorização do coletivo e dos modos não motorizados de se transportar.

E finalmente, é preciso garantir educação e segurança no trânsito e eficiência na circulação, para que possamos cumprir a meta da  Organização Mundial de Saúde (OMS) de redução em 50% do número de mortos em acidentes de trânsito. Condutores e pedestres, vamos todos aprender a respeitar e utilizar regularmente a faixa de pedestres! 

Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

SP vai incluir homicídio doloso em acidente de trânsito em estatística

A partir de janeiro de 2012, os homicídios dolosos causados por acidente de trânsito serão incluídos no Sistema Eletrônico de Coleta de Dados, da SSP (Secretaria da Segurança Pública) de São Paulo, como nova modalidade criminal.
De acordo com a secretaria, a mudança fixa uma nova metodologia nas unidades da Polícia Civil, já que acidentes com vítimas fatais, provocados por motoristas embriagados, passaram a ser registrados como homicídios dolosos recentemente.
A mudança foi publicada no Diário Oficial do Estado no último dia 22 e entra em vigor dia 1º de janeiro de 2012.
Pela nova regra, as unidades policiais deverão elaborar planilhas eletrônicas contendo os números dos Registros Digitais de Ocorrências de homicídios dolosos e latrocínios.
O levantamento deve ser encaminhado ao Núcleo de Análise de Dados, setor estatístico da Delegacia Geral de Polícia. Após a consolidação dos dados, o levantamento é disponibilizado para a Coordenadoria de Análise e Planejamento.
Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Parlamentar está empenhado em estudar experiências internacionais para criar modelo brasileiro


O deputado federal José de Filippi (PT-SP) falou para rádio TVPT sobre a questão da Mobilidade Urbana no Brasil. Filippi destacou a reestruturação da Frente Parlamentar da Reforma Urbana, com a mobilização da bancada petista e da senadora Marta Suplicy (PT-SP). 

A Frente tem como objetivo fazer um balanço geral das leis que estão paradas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, que precisam ser aprovadas. Outra meta é saber quais as novas leis que precisam ser criadas para melhorar a vida das populações urbanas.
O parlamentar está estudando e buscando referências internacionais e analisando como as grandes cidades e países desenvolvidos operam. “Nós temos que incentivar e melhorar rapidamente a construção dos chamados meios de transporte de alta capacidade, que é o metrô. Eu sou um grande entusiasta e fui atrás de experiências internacionais. Estou vendo como nós podemos fazer os metrôs para garantir o acesso em qualquer lugar da cidade, e que não tenha obstáculos, e que seja de alta capacidade”, disse.
De acordo com o deputado, a questão da Mobilidade Urbana precisa da união das três esferas de governo para se criar uma estrutura com transporte público de qualidade, e citou como exemplo a atual o modelo francês.  “O atual projeto do presidente da França, Nicolas Sarkozy, é de investir 25 bilhões de euros para fazer 170 km de via metroviária, com 2 anéis circundando a periferia de Paris. Ou seja, a questão da mobilidade metropolitana da grande Paris, é hoje o principal projeto do presidente da França, mostrando que a mobilidade de uma grande cidade francesa é motivo de preocupação”, destacou.
Ainda de acordo como ex-prefeito da cidade de Diadema, em São Paulo a questão do transporte coletivo tem que ser associada a um plano de uso do solo e uso adequado dos espaços urbanos. E acrescentou que a melhoria do espaço urbano, do tecido urbano e das opções de mobilidade tem que “nascer e caminhar juntas”, afirmou. “Veja, por exemplo, a zona leste de São Paulo. São 2,5 milhões e meio de pessoas que saem de manhã e vão trabalhar em outros lugares e voltam à tarde. Então, é quase um “Uruguai”. Você tem que transportar um Uruguai de manhã e levar de volta para casa à noite, então isto não pode dar muito certo. E agora com a criação dos estádios para Copa nós temos que garantir e esta tendo um investimento na zona leste, que vai propiciar mais investimentos em empregos e comércio”.
O deputado também destacou que o governo da presidenta Dilma atualmente está investindo recursos para ajudar a financiar a infra-estrutura metroviária. “A presidente Dilma esta dando exemplo e levou recursos para Salvador, Curitiba… Tem o PAC da Copa, e o PAC da Mobilidade Urbana, que é um bom começo. Ms nós precisamos de muito mais recursos. E eu quero saldar muito a vinda do governo federal e da presidenta Dilma para trazer essa contribuição e para dizer que o governo federal vai estar junto, e que vai ajudar a financiar essa infra-estrutura metroviária”, relatou.
(Ana Feltrim e Fabricia Neves -  Portal do PT)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

PL da Mobilidade Urbana com risco de veto


Após sair do  Senado o projeto de Lei da Câmara nº 166, de 2010, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana foi para sansão presidencial e o prazo é no maximo dia 5 de janeiro. 

Mais uma vez o Governo mostra,  com a ameaça de veto do paragrafo unico do artigo 8º (que proibe novas gratuidades através do aumento da tarifa) um descompromisso muito grande com a mobilidade urbana sustentável.
O MDT, sempre com o apoio da Frente Parlamentar do Transporte Público, acompanhanhou de perto a tramitação desse projeto de lei que, entre outros dispositivos de grande importância, estabelece a prevalência do transporte coletivo sobre o transporte individual nos sistemas viários de nossas cidades o que fará toda a diferença em termos de políticas públicas para a mobilidade urbana. 



O MDT  defende o texto aprovado sem VETOS!
Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Wi-Fi grátis nos terminais de ônibus de SP

Tecnomundo
A SP Trans, empresa ligada à prefeitura de São Paulo, irá disponibilizar acesso à internet gratuito via Wi-Fi em todos os terminais de ônibus da capital paulista. O projeto-piloto já está em prática no Terminal Santo Amaro, na zona Sul de São Paulo.
Em janeiro, as estações Sacomã, na Zona Sul, e Lapa, na Zona Oeste, também devem disponibilizar o benefício. Segundo a companhia, a expectativa é que todos os 27 terminais da capital se transformem em pontos de Wi-Fi grátis.
Segundo Alex Pelegi, coordenador do núcleo de comunicação da Secretaria Municipal de Transportes, os testes deverão durar dois meses e, após o término do período, um relatório será montado, apontando se as necessidades técnicas oferecidas foram suficientes.
A velocidade inicial da internet gratuita é de 4 GB e a expectativa é que esse número possa ser ampliado para 6 GB. Para acessar a web com o seu smartphone, tablet ou notebook, é preciso fazer um cadastro na rede e incluir o número de CPF. O acesso é livre por 15 minutos e, após esse período, volta a ser liberado somente uma hora depois.
Downloads de grande volume e acesso a conteúdos pornográficos serão bloqueados. Caso a iniciativa se mostre bem-sucedida, uma licitação será aberta para escolher uma empresa responsável pela administração do sistema em todos os terminais.

Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal

Nesta época de Natal queremos expressar nossa admiração e respeito por todos aqueles que nos tem acompanhado.

Que este seja um bom início para uma vida nova, com mais realizações, ousadia e confiança numa mobilidade sustentável.

O MDT deseja a todos um Feliz Natal!


Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Motorista será alvo inicial da Travessia Segura

DGABC
Os motoristas serão o alvo inicial da campanha Travessia Segura, que será lançada amanhã pelo Consórcio Intermunicipal do Grande ABC. Técnicos da entidade avaliam que o foco nos condutores é importante para garantir a segurança dos pedestres. A primeira fase deve durar aproximadamente um mês. As autuações por desrespeito às faixas começarão a ser aplicadas em março, segundo a entidade.
“Temos de educar os motoristas inicialmente. Não adianta falarmos para o pedestre que a faixa é segura se os carros continuarem desrespeitando”, avalia a coordenadora do Grupo de Trabalho de Mobilidade do Consórcio, Andrea Brisida.
A coordenadora explica que, na segunda quinzena de janeiro, a campanha será intensificada nas travessias. “Faremos ações para que o pedestre entenda que a faixa é o local correto para atravessar.” Apesar de ser idealizada pelo Consórcio, a ação será feita individualmente por cada uma das sete prefeituras da região.
Na visão da coordenadora, entretanto, as faixas só serão totalmente respeitadas após o início da aplicação das multas, que irão variar entre R$ 85,13 e R$ 191,53.
Na Capital, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego, o número de mortes por atropelamento caiu 30% entre janeiro e julho deste ano na comparação com o mesmo período do ano anterior. O número de atropelamentos sem morte teve queda de 19,3%.
Em São Bernardo, mesmo sem a criação de nenhuma campanha, o número de atropelamentos teve pequena queda entre janeiro e agosto deste ano na comparação com 2010. O número caiu de 395 para 356, redução de 9,9%. Em Santo André, as ocorrências tiveram alta de 15%, subindo de 299 para 342.
Em São Caetano, os atropelamentos caíram de 137 em 2009 para 98 em 2010, queda de 28,5%. Até agosto, 53 pessoas foram atropeladas na cidade. As demais prefeituras não divulgaram os dados.
REGIONALIDADE
Para o arquiteto e urbanista Nazareno Affonso, que idealizou o projeto pioneiro em Brasília, em 1997, o sucesso da campanha na região depende da sincronia entre as prefeituras. “É preciso que aja ação em conjunto.” Affonso defende que a ação tenha início em pontos específicos para que depois seja ampliada para todas as faixas.

Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Consórcio lança Campanha Travessia Segura na quarta-feira, dia 21, em São Caetano

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC, por meio do Grupo de Trabalho Mobilidade, lançará a Campanha Regional Travessia Segura na próxima quarta-feira (21/12), às 10h. O evento será realizado no auditório do Centro de Capacitação dos Profissionais da Educação (Cecape) Dra. Zilda Arns, em São Caetano do Sul (Rua Tapajós, 300, esquina com a Av. Goiás).

Haverá a apresentação da Campanha Travessia Segura, que serão divulgadas nos sete municípios do Grande ABC. Também haverá performances educativas e os participantes farão a travessia na Av. Goiás.

O objetivo é priorizar a travessia dos pedestres na faixa, promover o respeito e a cidadania entre motoristas e pedestres, conscientizar os motoristas a respeitar a faixa de pedestres, implantar na região o gesto para o pedestre pedir a travessia e reduzir os atropelamentos.

O programa priorizará o pedestre por ser o ente mais vulnerável no sistema de mobilidade e conscientizará o motorista de suas responsabilidades na prevenção e redução dos acidentes, com proposta de grande mudança de comportamento, tanto dos motoristas quanto dos pedestres.

O GT Mobilidade previu um conjunto contínuo de ações educativas, de fiscalização, engenharia e reforço da sinalização para resgatar a importância do respeito à vida, da cidadania e da aplicação do Código de Trânsito Brasileiro. O GT utilizou como referência o exemplo do programa implantado em Brasília na década de 1990, com envolvimento do poder público, sociedade e imprensa.
  
O período de 2011-2020 foi estabelecido como “Década de Ação para a Segurança Viária” pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), com base em estudos elaborados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A meta é reduzir em até 50% o número de mortos e feridos por acidentes de trânsito na região, em conformidade com a meta da ONU. Se nenhuma ação for tomada na próxima década, o número de mortos por acidentes de trânsito crescerá dos atuais 1,3 milhões anuais para 1,9 milhões em 2020, em todo o mundo.

Preparação – 

O GT iniciou em setembro a preparação para a implantação do programa com ações de sensibilização de gestores municipais, transportadores escolares, motoristas de transporte coletivo e taxistas. O Serviço Social do Transporte (Sest) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) incluíram em seu programa de treinamento e capacitação o tema “Travessia Segura”. Os municípios também estão priorizando a manutenção e adequação das travessias para a implantação do programa.

Orientações aos motoristas:

- Reduza a velocidade e redobre a atenção ao se aproximar de uma faixa de travessia;
- Avalie as condições de segurança antes de conceder preferência ao pedestre;
- Acompanhe pelos espelhos retrovisores a movimentação de outros veículos;
- Dê passagem aos pedestres nas travessias devidamente demarcadas e onde não houver semáforo;
- Aguarde a completa travessia dos pedestres para colocar seu veículo em movimento.

 Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

PL 166/2010 finalmente foi enviado para sanção presidencial

Chega ao fim a tramitação do PL da Mobilidade Urbana no Congresso que segue agora para sanção presidencial, vamos ver como vai ficar o texto final.
A lei visa melhorar a qualidade de vida urbana, fazendo com que os governantes priorizem o transporte coletivo, o público e o não motorizado.

Entre as medidas adotadas para promover o transporte público, o projeto autoriza as prefeituras a instalarem o pedágio urbano, como o de Londres, que cobra uma taxa dos carros que entram no centro da cidade, e implantar rodízio, como o de São Paulo.

São medidas que desestimulam o uso do carro e ajudam a desafogar o trânsito.  

O MDT acredita que foi dado um grande passo pela mudança do padrão da mobilidade urbana no país. 
Prossigamos na luta, para realizarmos o Pacto Nacional pela Mobilidade Urbana.

Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ailton Brasiliense Pires é reeleito presidente da ANTP para o biênio 2012/2013

 E escolheu Luiz Carlos Néspoli para ocupar o posto de Superintendente da ANTP

Ontem, 14 de dezembro de 2011, durante reunião de posse do Conselho Diretor e do Conselho Fiscal da ANTP, recentemente eleitos, Ailton Brasiliense Pires foi reeleito para o cargo de presidente da ANTP para o período 2012/2013.  

Superintendente. 

O Conselho Diretor definiu que Luiz Carlos Néspoli ocupará o posto de Superintendente da ANTP.  

Balanço e propostas 

Na reunião, houve também a apresentação de um balanço financeiro do período 2010/2011, e o delineamento de um conjunto de propostas para o período 2012/2013, incluindo a constituição do Quadro Conselho Consultivo da ANTP, conforme previsto no Estatuto da Associação. As propostas de ação aprovadas serão discutidas e detalhadas a partir do início do próximo ano.

VICE-PRESIDENTES

Na mesma reunião, ocorrida na sede da Associação, em São Paulo, foram eleitos dez vice-presidentes, que passaram a integrar o Comitê Executivo da ANTP. São eles: Otavio Vieira da Cunha Filho (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos – NTU), Joubert Fortes Flores Filho (Concessão Metroviária do Rio de Janeiro S.A – Opportrans/ Metrô Rio), Sergio Henrique Passos Avelleda (Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô), Denise M. Cadete Gazzinelli (Companhia de Transportes Urbanos da Grande Vitória – Ceturb-GV), Vanderlei Luis Cappellari (Empresa Pública de Transporte e Circulação – EPTC, de Porto Alegre), Nelson Barreto Coutinho Bezerra de Menezes (Grande Recife – Consórcio de Transporte), Antônio Luiz Mourão Santana (Oficina Engenheiros Consultores Associados Ltda.), Lelis Marcos Teixeira (Sindicato das Empresas de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro – Rio Ônibus), Marcelo Cardinale Branco (Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo – SMT) e José Antônio Fernandes Martins (Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários – Simefre),

CONSELHEIROS TITULARES

A seguir, são apresentados os conselheiros titulares ao lado do nome da organização que representam: João Ronco Junior (APB Prodata do Brasil), Claudio de Senna Frederico (Artificium Tecnologia Ltda.), Vicente Abate (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária – Abifer), José Geraldo Baião (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô – Aeamesp), José Carlos Xavier (Companhia Metropolitana de Transporte Coletivos – CMTC, de Goiânia), Mário Manuel Seabra Rodrigues Bandeira (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – CPTM), Renato Gianolla (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social de Sorocaba – Urbes), Ramon Victor César (Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte S/A – BHTrans), Romulo Dante Orrico Filho (Fundação Coppe – Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ), Oscar José Gameiro Silveira Campos (Secretaria de Transporte e Vias Públicas da Prefeitura de São Bernardo do Campo), Marcos Bicalho dos Santos (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte – SetraBH), João Gustavo Haenel Filho (Socicam –Administração, Projetos e Representação) e Marcos Valente Isfer (Urbanização de Curitiba S/A - URBS).

CONSELHEIROS SUPLENTES

Fernando Faria Bezerra (Autarquia Municipal de Trânsito e Serviços Públicos da Cidade de Fortaleza – AMC), Elionaldo Maurício Magalhães Moraes (Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU-RJ), Iliomar Darronque (Diretoria de Transporte e Vias Publicas – DTV, da Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul), Humberto Kasper (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre – Trensurb), Joaquim Lopes Silva Junior (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo – EMTU), Sérgio Torrecillas (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas – Emdec), Nazareno Affonso (Instituto de Mobilidade Sustentável RuaViva), Walter Rodrigues da Cruz Junior (Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito – ManausTrans) Wagner Colombini (Logit Engenharia Consultiva Ltda.), Atilio Pereira (Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito de Guarulhos), Willian Aquino (Sinergia Estudos e Projetos Ltda.) e Elmir Germani (TTC Engenharia de Tráfego e Transportes S/C Ltda).

CONSELHO FISCAL

Tomaram posse no Conselho Fiscal da ANTP o membro benemérito Roberto Renato Scheliga; João Carlos Camilo, do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado de São Paulo – SETPESP, e Carlos Batinga, da TTC Engenharia de Tráfego e Transportes S/C Ltda.QUADRO CONSULTIVO

 O MDT deseja um excelente mandato!

Cristina Baddini Lucas - Assessora do MDT