terça-feira, 22 de abril de 2014

Entidades do Secretariado do MDT participaram do X Seminário Metroferroviário, no Rio de Janeiro.

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Nos dias 12 e 13 de março de 2014, foi realizado no Rio de Janeiro o X Seminário Metroferroviário, promovido pela Comissão Metroferroviária da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), entidade integrante do Secretariado do MDT. Entre os patrocinadores também estiveram organizações representadas no Secretariado do MDT: MetrôRio e Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (ABIFER). Participaram dos trabalhos outras duas organizações do Secretariado: o Metrô-SP e a Associação de Engenheiros e Arquitetos de Metrô (AEAMESP). O encontro contou com a participação de 132 especialistas, dirigentes, empresários e autoridades setor.
Durante o evento, Ailton Brasiliense, presidente da ANTP, e Joubert Flores, presidente da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros por Trilhos (ANPTrilhos), firmaram convênio de cooperação técnica. Esses dois dirigentes participaram da solenidade de abertura ao lado de secretários Julio Eduardo dos Santos, da Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana (SeMob), do Ministério das Cidades; Jurandir Fernandes, da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, e Julio Lopes, da Secretaria de Transportes do Estado do Rio de Janeiro. O coordenador nacional do MDT, Nazareno Affonso, e o presidente da AEAMESP, Emiliano Affonso, acompanharam os trabalhos.
Sessões de trabalho. Os secretários Julio Eduardo dos Santos, Jurandir Fernandes e Julio Lopes expuseram os projetos em andamento das respectivas pastas. Em outras sessões do encontro, houve exposições referentes às ações preparatórias para a Copa de 2014 desenvolvidas pelos sistemas metroferroviários das cidades sedes, um debate a respeito das novas tecnologias de sistemas de transporte em implantação no Brasil e discussões sobre os empreendimentos sendo realizados pelo modelo de parcerias público privadas (PPP). Também esteve em foco a evolução do padrão de qualidade dos serviços da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e da SuperVia. Foi abordada ainda a questão da política tarifária.


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Coordenador do MDT, Nazareno Affonso visita Medellin



Ótimas experiências com os sistemas metroferroviários em Medellin, na Colombia. 

Usuários e população residente no entorno são peças centrais na política da empresa que gere as linhas, a qual não recebe subsídios.

Comitê de Mobilidade quer discutir Década Mundial de Segurança Viária. O MDT apoia o movimento ‘Maio Amarelo’

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O Comitê Técnico de Trânsito, Transporte e Mobilidade Urbana do Conselho Nacional das Cidades deverá pautar para sua próxima reunião, no mês de julho de 2014, um debate sobre a oficialização de um plano nacional referente à Década Mundial de Segurança Viária 2011/2020, convocada pela ONU e que propõe a redução de 50% no número de mortos no trânsito.
O Brasil aderiu oficialmente a essa convocação da ONU e entidades do setor (muitas delas integrantes do Secretariado do MDT) formularam uma consistente proposta de ação, baseada em um primeiro documento do Comitê de Mobilização da Saúde e Paz no Trânsito, criado no âmbito do governo federal e presidido pelo diretor geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A proposta foi entregue ao governo que ainda não se manifestou sobre ela. Depois de quase três anos, a única iniciativa do governo federal para reduzir a violência no transito tem sido uma campanha publicitária intitulada Parada cujos resultados estão longe do ideal: no período, em vez de sinalizar redução, o número de morto no trânsito aumentou mais de 5% no País.
MAIO AMARELO
O MDT manifestou em março apoio ao movimento Maio Amarelo, que, segundo manifesto publicado em seu portal na Internet, “nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito de todo o mundo”.
O movimento tem como objetivo construir uma ação coordenada entre Poder Público e a sociedade civil. “A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e, mais do que chamar a atenção da sociedade sobre os altos índices de mortes, feridos e ‘sequelados’ permanentes no trânsito no país e no mundo, mobilizar o seu envolvimento e também dos órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações, sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que o tema exige, nas mais diferentes esferas”.

domingo, 20 de abril de 2014

Coordenador do MDT, Nazareno Affonso visita Medellin


Coordenador do MDT visita escadas rolantes públicas em bairro popular após usar teleférico em Medellin quando participa do Fórum Urbano Mundial . 

Visita mostra que é possível melhorar a mobilidade em bairros populares

MDT esteve representado na solenidade em que a presidente da República deu posse ao ministro das Cidades Gilberto Occhi



O coordenador nacional do MDT, Nazareno Affonso, participou no dia 17 de março de 2014, no Salão Nobre do Palácio do Planalto, da solenidade em que a presidente da República, Dilma Rousseff, deu posse ao ministro das Cidades, Gilberto Occhi, substituto do ex-ministro Aguinaldo Ribeiro. Ao ser convidado para o cargo, Occhi, de 56 anos, era vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal; ele é funcionário de carreira desse banco estatal.Na mesma cerimônia, tomaram posse também os ministros do Desenvolvimento Agrário, Pesca e Aquicultura, Agricultura, Ciência e Tecnologia e Turismo. A presidente falou a respeito dos recursos da ordem de R$ 143 bilhões disponibilizados para o setor com concatenação do governo federal, e sobre o programa Parada, destinado a reduzir a violência no transito. O programa Parada foi a única iniciativa do governo federal voltada para a Década Mundial de Segurança Viária 2011/2020, convocada pela ONU com o objetivo de obter redução de 50% dos mortos no transito; nos três anos da campanha global, em vez de redução, houve aumento em mais de 5% os mortos no trânsito no Brasil.

Em 18 de março, Nazareno participou do ato de transmissão do cargo de ministro das Cidades na sede daquele ministério Na ocasião, Aguinaldo Ribeiro fez um balanço de sua gestão de dois anos à frente do ministério, assinalando, quanto à mobilidade urbana, que estão sendo destinados para o setor R$ 143 bilhões concatenados pelo governo federal, incluindo recursos do Orçamento Geral da União (OGU), linhas de crédito de bancos públicos com juros subsidiados e contrapartidas de órgãos públicos estaduais e locais e de agentes privados. No final, o ex-ministro elogiou o trabalho dos conselheiros do Conselho Nacional das Cidades.


Boletim Informativo Movimentando - MDT

83ª Reunião do Fórum Nacional de Secretários de Transportes, em Curitiba teve a participação do MDT

Sessões sobre a questão tarifária e a respeito da qualificação dos sistemas de ônibus foram pontos de realce da 83ª Reunião do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Transporte Urbano e Trânsito, segundo avaliação do coordenador do MDT, Nazareno Affonso. O encontro foi realizado nos dias 27 e 28 de março de 2014 no Instituto de Engenharia dos Paraná, em Curitiba. Na sessão final da reunião, o dirigente do MDT apresentou um informe a respeito da 40ª Reunião do Conselho Nacional das Cidades, realizada na mesma semana (essas informações estão detalhadas em outra matéria desta edição de Movimentando).

Questão tarifária. Na tarde do primeiro dia dos trabalhos, foram apresentados os primeiros resultados do Grupo de Trabalho sobre Tarifas, constituído pela ANTP e que teve sua primeira reunião em 28 de fevereiro de 2014, com 25 participantes. Por ora, foram definidos dois tipos de abordagem. A abordagem de natureza técnica foi apresentada no encontro pelo consultor Antônio Luiz Mourão Santana. A outra, de natureza política, está consubstanciada em um texto assinado pelo também consultor Frederico Bussinger, intitulado Transporte público numa sinuca de bico; o autor não pôde comparecer à reunião. As atividade do Grupo de Trabalho sobre Tarifas prosseguem.

Na mesma sessão, Marcos Bicalho dos Santos, diretor da Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano (NTU), que integra o Secretariado do MDT, informou que a entidade deverá concluir em junho próximo um estudo técnico contendo uma proposta empresarial a ser colocada em discussão com representantes dos três níveis de governo. Segundo o dirigente, a proposta objetiva, principalmente, a “atualidade do método de cálculo dos custos setoriais, a transparência exigida pela sociedade e a melhoria da qualidade dos serviços de transporte público urbano por ônibus”.

Qualificação e velocidade para os ônibus. O presidente da Comissão de ônibus da ANTP, Cláudio de Senna Frederico fez uma apresentação bem-humorada a respeito de como se pode construir um padrão de qualidade para os sistemas de ônibus. Ele deu à proposta o nome de SOPA – na verdade, uma sigla que traduz a expressão Sistema de ônibus Padrão -, acrescentando o subtítulo Ônibus sem puxadinho. A apresentação aponta os principais elementos de qualificação dos sistemas – rapidez, redução do tempo de espera dos passageiros, conforto no ponto de parada e no veículo, segurança, oferta de informação aos passageiros e preço justo --, mostra como alcançar esses novos patamares e toca na questão central a ser resolvida: a definição de como financiar os sistemas com a qualidade pretendida.

Ganhos de qualidade com as faixas exclusivas em São Paulo. Entre outras informações, o diretor de Operações da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET-SP), Maurício Régio, apresentou aos membros do Fórum Nacional dados sobre a implantação de faixas exclusivas na capital paulista. Informou que em 2013, foram implantados 300 km de faixas exclusivas à direita, num total de 192 trechos, a um custo total de R$ 15 milhões, correspondendo, portanto a R$ 50 mil em média para cada quilômetro. Em termos gerais, as faixas exclusivas propiciaram ganho de 47,2% na média de velocidade dos ônibus, que passou de 14,2 km/h para 20,9 km/h. Aproximadamente três milhões de usuários do transporte coletivo foram beneficiados com economia de tempo nas faixas exclusivas, significando ganho individual de 38 minutos por dia e ganho geral de 1,9 milhões de horas por dia. Houve também recuperação de demanda, pois o sistema ônibus recebeu 20 mil pessoas a mais por dia. Conforme ainda dados mostrados pelo dirigente, 93% dos paulistanos são favoráveis às faixas; entre os usuários frequentes de carro, o apoio também significativo: 86%.

Outros temas. Também foram objeto de debates na 83ª Reunião do Fórum Nacional os seguintes temas: Multimodalidade no transporte em Curitiba, Qualiônibus – Pesquisa de Satisfação na capital paranaense; Panorama da legislação de trânsito no Brasil, Informes da Comissão Técnica de Trânsito da ANTP e Política de Educação e Cidadania no Trânsito. Houve uma sessão sobre transporte sobre trilhos, com apresentação do projeto do metrô de Curitiba e uma conferência do secretário nacional de Transporte e de Mobilidade Urbana, Julio Eduardo dos Santos sobre os investimentos em sistemas estruturais com recursos dos PACs e do Pacto da Mobilidade. Também houve exposições sobre referenciais normativos dos táxis, guardas municipais, Prêmio ANTP de Qualidade e relatos sobre os trabalhos do Comitê de Assuntos Financeiros da Área de Trânsito (Comfitran), feitos pelo representante do Fórum Nacional nesse órgão, e sobre as atividades da Comissão de Bicicleta da ANTP.

20ª SEMANA DE TECNOLOGIA E METROFERR 2014

Programe-se para participar da 20ª Semana de Tecnologia Metroferroviária e da Metroferr 2014 da AEAMESP, membro do secretariado do MDT
Prepare-se par participar da 20ª Semana de Tecnologia Metroferroviária e da exposição de produtos e serviços Metroferr 2014. 
Os eventos acontecerão de 9 a 12 de setembro de 2014, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Senge-BA, membro do secretariado do MDT, realiza com sucesso o II Coesenge, elegendo 35% de mulheres para compor a delegação que irá a Búzios em agosto

O Congresso Estadual de Engenheiros e Engenheiras aconteceu durante dos dias 11, 12 e 13 de abril e se encerrou com a eleição de delegadas e delegados para o encontro nacional, em agosto de 2014.

 
Durante três dias, profissionais e estudantes de engenharia tiveram a oportunidade de se reunir, assistir a palestras, discutir e eleger questões que serão levadas para o 10º Consenge - Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros, a ser realizado entre 27 e 30 de agosto, em Búzios – RJ. Ao final, foram escolhidos os representantes que levarão ao encontro nacional as propostas resultantes dos trabalhos.
O evento começou na noite do dia 11 de abril, com palestras do professor da UFBA e geógrafo Clímaco Dias e do também professor, autor e ex-deputado federal, Emiliano José. Ambos falaram sobre o papel da política sindical diante da conjuntura nacional e internacional. 
No dia seguinte, aconteceram palestras sobre Mobilidade Urbana e Ensino e Formação Profissional. Para falar sobre o primeiro tema, Horácio Brasil da SETPS e Paulo Silva, representante do MDT – Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade para Todos, substituindo Nazareno Affonso que não pôde comparecer. Ambos procuraram fazer um diagnóstico da atual situação do sistema de transporte público no Brasil, apontando a flagrante ineficiência desse serviço como causa dos transtornos no transito dos grandes centros urbanos.
O último dia do Coesenge foi dedicado aos Grupos de Trabalho (GTs), que discutiram os temas abordados durante o congresso, e à eleição dos delegados e delegadas que serão responsáveis por levar as sugestões feitas aqui para o 10º Consenge. As eleições foram realizadas de acordo com as diretrizes propostas pela Fisenge, que previa um mínimo de 30% de mulheres entre os eleitos, meta superada durante o evento. Dos vinte delegados eleitos, sete eram mulheres, totalizando 35%.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Instituto de Engenharia e ANTP promoverão em 8 de maio o seminário Modos Motorizados de Transporte Público, discutindo trilhos e BRT

No dia 8 de maio de 2014, uma quinta-feira, o Instituto de Engenharia e a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), ambos membros do secretariado do MDT,  como parte da série Caminhos da Engenharia, promoverão o seminário gratuito Modos Motorizados de Transporte Coletivo. Para o dia seguinte, 9 de maio, está prevista visita técnica à Linha 15 - Prata do Metrô em monotrilho.  
Local.  
As sessões expositivas e de debate acontecerão na sede do Instituto de Engenharia, localizada na Avenida Doutor Dante Pazzanese, 120, na cidade de São Paulo. 
Programa preliminar
Além da sessão de instalação dos trabalhos, no período da manhã será debatido o tema Uso do Solo e Transporte. No período da tarde os temas em foco serão Tecnologia Metroferroviária e Sistemas Leves sobre Trilhos e BRT.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

O MDT defende a prioridade ao pedestre



Esta proposta de pintura é muito eficiente para o caminhar do pedestre.
O Starpath é um material que absorve e armazena raios UV, 
assim consegue criar um iluminado rastro de estrelas no chão. 
Além dessa ideia ser mágica, ela pode ser uma alternativa mais
rentável e menos trabalhosa do que a iluminação convencional. 
Não é demais?

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Indicação do MDT : Curso de Gestão da Mobilidade Urbana da ANTP


O curso de Ensino a Distância comporta conteúdos desenvolvidos por especialistas da ANTP e práticas pedagógicas inovadoras em ambientes virtuais de aprendizagem fornecidas pelo SENAC-SP, e conta com tutores (instrutores/ mediadores) especializados para interlocução com os alunos. 

No curso, o aluno tem, ainda, acesso a textos, animações, vídeos e entrevistas com especialistas e contato com tutores (professores).


Vale a pena!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Renato Gianolla, presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Transporte Urbano e Trânsito, divulga Resolução do CAP

Renato Gianola encaminha, para o conhecimento de todos,  a Resolução de Criação do Grupo de Trabalho do CAF - Comitê de Articulação Federativa, que tem 3 membros com suplentes representando o  setor, vagas essas da Frente Nacional de Prefeitos.

Estão indicados Vanderlei Capellari da EPTC de Porto Alegre/RS e  Ana Odila da Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo/SP, Roberto Gregório Diretor Presidente da URBS de Curitiba,  entre os membros e  convidados do Conselho Nacional das Cidades, Nazareno Stanislau Affonso - Coordenador do MDT e também representante  da  ANTP, além dos representantes do segmento de entidades acadêmicas.

A saber:

 Frente Nacional de Prefeitos:
a) Titular: Vanderlei Luis Cappelari;
b) Suplente: Maria Cristina Molina;
c) Titular: Katia Maria Moraes;
d) Suplente: Roberto Gregorio da Silva;
e) Titular: Ciro Birman;
f) Suplente: Ana Odila de Paiva

sábado, 5 de abril de 2014

Coordenador do MDT, Nazareno Affonso, participará do Fórum Urbano Mundial em Medellin, na Colombia representando o ConCidades



Acompanhe o texto sobre mobilidade do Evento

A mobilidade é uma dinâmica essencial de urbanização e infra-estrutura associada, invariavelmente, molda a forma urbana - a marca espacial definida por estradas, sistemas de transporte, espaços e edifícios - das cidades. Em 2005, aproximadamente 7,5 bilhões de viagens foram feitas em cidades de todo o mundo a cada dia. Em 2050, não pode ser de três a quatro vezes mais passageiros-quilômetros viajou no ano de 2000 (preços de infra-estrutura e de energia permitir). Movimento de carga também pode subir mais de três vezes durante o mesmo período.
No entanto, apesar do crescente nível de mobilidade urbana em todo o mundo, o acesso aos locais, atividades e serviços tornou-se cada vez mais difícil. Devido à expansão urbana - a horizontal, o crescimento de baixa densidade das cidades mais vastas áreas - as distâncias entre os destinos funcionais, tais como locais de trabalho, escolas, hospitais, escritórios de administração, ou estabelecimentos comerciais tornaram-se mais tempo, levando a uma crescente dependência do transporte motorizado particular e outra mobilidade centrado no automóvel. Consequentemente, difundida congestionamento e engarrafamentos de trânsito já se tornaram a norma em muitas cidades, impactando a vida urbana através de externalidades negativas como a poluição, o estresse ruído e acidentes.
A expansão urbana
No algumas cidades, a separação física das áreas residenciais a partir de locais de trabalho, mercados, escolas e serviços de saúde forçar muitos moradores urbanos para passar cada vez mais tempo, e tanto quanto um terço de sua renda, em transporte. No mundo em desenvolvimento, e especialmente em cidades africanas, onde a caminhada pode representam até 70 por cento de todas as viagens, esta baixa densidade desenvolvimento urbano horizontal faz com que o agravamento da exclusão dos pobres urbanos. Devido à pobreza de transporte, muitos moradores não pode dar ao luxo de viajar para os centros urbanos ou em áreas onde as empresas e instituições estão localizadas, privando-os de todos os benefícios oferecidos pela urbanização.
Enfrentar o desafio da mobilidade
Além disso, muitas cidades ainda não ter desenvolvido eficaz, se for o caso, os sistemas de mobilidade pública. Mesmo quando disponível, o transporte público muitas vezes sofre com o estigma causado pelos altos custos de acesso, falta de confiabilidade, e deficiências na proteção e segurança. Além disso, as fronteiras administrativas nem sempre coincidem o total da área metropolitana, com cada administração ter políticas de mobilidade distintos e sistemas de transporte no local. Isso muitas vezes leva à ineficiência e falta de atratividade devido a operações descoordenadas, tais como horários de descasamento ou várias tarifas.
Até agora, a resposta padrão para abordar questões de mobilidade urbana tipicamente tem sido a de aumentar a infra-estrutura, principalmente para carros, como a construção de mais estradas, rodovias, viadutos ou túneis. Infelizmente, estes desenvolvimentos gerar um círculo vicioso: mais infra-estrutura estimula a expansão urbana, pois o acesso às áreas urbanas periféricas é facilitado, aumentando o uso de carros, que, por sua vez, exige um maior desenvolvimento da infra-estrutura, e assim por diante.
Embora seja verdade que todos os residentes devem ser capazes de acessar de casa, trabalho, conforto, e outros locais de lazer ou realização pessoal de uma forma rápida e eficiente, e que a construção de estradas é fundamental para o desenvolvimento de cidades de baixa renda e países, acrescentando infra-estrutura não é necessariamente a panaceia para os desafios de mobilidade urbana de hoje.
Mobilidade não deve ser apenas uma questão de desenvolver infra-estrutura e serviços de transporte. Tem que ser colocado em um contexto sistêmico, incluindo o planejamento da cidade como um todo, para superar as limitações sociais, econômicas, políticas e físicas do movimento.
Uma mudança de paradigma no planejamento urbano
Enfrentar o desafio da mobilidade exige uma mudança de paradigma no planejamento urbano, incentivando cidades compactas e de uso misto do solo, como forma de aumentar a acessibilidade e reduzir a necessidade de transporte completamente. Compreender que o objetivo da mobilidade é para ter acesso a destinos, atividades, serviços e bens, planejamento urbano deve, portanto, ser residente-centrado, de modo que os parâmetros funcionais - os motivos da viagem - são o mais próximo possível uns dos outros, em efeito redutor distâncias e necessidades de transporte.
Assim, o planejamento urbano e design deve se concentrar em como trazer as pessoas e os lugares juntos, através da criação de cidades que valorizam a acessibilidade, em vez de simplesmente adicionando infra-estrutura de transporte urbano para aumentar o movimento de pessoas ou mercadorias. Simplificando, os moradores da cidade deve ser capaz de atender às suas necessidades usando o mínimo de viagem possível. 
Transporte público multi-modal
Da mesma forma, o viés global atual para veículos automóveis de turismo precisa mudar em favor de conceitos de mobilidade mais sustentáveis, como sistemas de transporte público que têm alta capacidade de passageiros e de cobertura de área e são baixos em uso de energia e emissões de carbono. Para reduzir a dependência do transporte motorizado privado, as cidades precisam desenvolver sistemas de transportes públicos atraentes, acessíveis e acessíveis que estão ao alcance geográfico e financeiro de todos os moradores, especialmente os pobres urbanos.
Porque a maioria das viagens envolvem uma combinação de vários modos de transporte, as cidades precisam para fornecer sistemas de transporte multimodal e abordar a integração modal como um componente importante de qualquer estratégia de mobilidade urbana. Por exemplo, sistemas de alta capacidade de transportes públicos - metro, metro ligeiro, ou trânsito de ônibus rápido (BRT) - a necessidade de ser integrado com outras formas de transporte público que servem como os serviços de ligação para garantir a plena utilização da sua capacidade de transporte. A ênfase é, portanto, para ser colocado em "acesso de última milha", para permitir que os residentes fácil acesso ao sistema de transporte público.
O espaço urbano precisa ser repensada, a fim de otimizar o fluxo de tráfego, mas também para aumentar e incentivar o uso de transportes não motorizados, como o movimento de pedestres ou de bicicleta. Ruas precisam ser adaptados, com calçadas, cruzamentos e ciclovias. Junções de transporte precisam ser estabelecidos para criar pontos de conexão entre os diferentes modos de transporte, facilitando assim o acesso e ampliando o leque de um sistema de transporte público, tanto no nível macro - a cidade, a região e para além dela - e do nível micro - o bairro.
Fortalecimento das instituições encarregadas da Mobilidade
Fragmentação institucional generalizada mina a capacidade de melhorar os serviços de transporte. Separar funções do setor urbano em diferentes organizações - cada um com seus próprios quadros, funcionários, orçamentos e estatuto social - muitas vezes se traduz em perda de oportunidades, como a falta de sites novos projetos habitacionais perto de entroncamentos de transportes públicos.
O bom funcionamento das instituições e um alto nível de apoio político são essenciais para a criação e manutenção de infra-estrutura e serviços de boa qualidade para a mobilidade urbana.A mobilidade urbana também é impactado por partidos de fora do setor de transporte associado ao uso da terra, e os impactos sociais e ambientais. Nos países em desenvolvimento em particular, poderosos atores não-especialistas podem exercer influências que comprometem seriamente os esforços para alcançar o desenvolvimento integrado entre movimento urbano e uso do solo.
Isto exige forte planejamento estratégico e coordenação de governos nacionais e locais que precisam fornecer permitindo estruturas legais e políticas, e mobilidade endereço à luz de seus esforços globais de planejamento da cidade. As autoridades também precisa alocar tempo e recursos para melhorar a sua infra-estrutura de transporte a longo prazo e para acomodar futuras demandas de viagens suficiente.
Para fiscalizar esses esforços, os países, regiões e cidades precisam de configurar as autoridades de transporte bem geridas que estabelecem objectivos claros e mensuráveis ​​e eficiente pode coordenar serviços de transporte urbano. Em grandes áreas metropolitanas que são divididas em zonas administrativas separadas, os esforços devem ser coordenados por uma única autoridade para garantir a eficiência através de um planejamento comum e abordar a área como um, cortando custos de forma eficaz no desenvolvimento de infra-estrutura.
Projetos e soluções da ONU-Habitat
Para ajudar a enfrentar o desafio da mobilidade, da ONU-Habitat oferece um pacote abrangente de conhecimento, advocacia e assistência técnica para apoiar os governos nacionais e as autoridades locais no desenvolvimento e implementação de planos de mobilidade urbana sustentável e estratégias de investimento.
Em consulta com os governos parceiros, enquanto a construção de compromissos e parcerias anteriores, UN-Habitat, em primeiro lugar iniciar e apoiar um amplo processo de consulta das partes interessadas no desenvolvimento de estratégias de mobilidade metropolitanas que são adaptados às necessidades e particularidades locais, e viáveis ​​em termos de financiamento inicial, construção, manutenção e operações.
No contexto de ajudar parceiros para a elaboração de documentos de estratégia, UN-Habitat vai aproveitar experiência internacional e as melhores práticas. Ele também irá reforçar a capacidade técnica dos governos locais e nacionais através de uma formação sobre o planejamento para o desenvolvimento compacto, instituições e arranjos de sistema para sistemas de transporte público, planejamento de melhor infra-estrutura para pedestres e ciclistas, e da combinação de diferentes modos de transporte em uma cidade. Para garantir perspectivas de implementação realista, parceiros de financiamento potenciais a nível nacional ou internacional será estreitamente incorporados ao processo.
Promover soluções de transporte sustentável para leste Cidades Africanas
Um desses projetos é chamado de "promoção de soluções de transporte sustentável para leste Cidades Africanas", que visa reduzir o crescimento de veículos particulares, reduzindo assim o congestionamento do tráfego e as emissões de gases de efeito estufa em três capitais do Leste Africano: Addis Ababa, Kampala, e Nairobi. A redução das emissões de gases de efeito estufa deve ser obtida diretamente através de infra-estrutura e de combustíveis limpos uso sustentável e, indiretamente, através do desenvolvimento das capacidades de gestão locais e conhecimento sobre a mobilidade urbana.
O projeto, que começou em novembro de 2011 e está previsto para terminar em 2015, é implementado pelo UN-Habitat, em estreita colaboração com o governo e as autoridades locais nos três países. O papel da ONU-Habitat inclui apoio para construir piloto Bus Rapid Transit (BRT)  O Conselho Internacional de Transporte Limpo revisou a fontes de energia existentes e futuras, tipo de combustível e de qualidade, tecnologia de veículos e infra-estrutura disponível em cada cidade do projeto. Com base nisso, diferentes opções para utilizar a tecnologia de ônibus limpa será apresentado para identificar a tecnologia limpa mais adequada.

HUNDERTWASSER: O AUSTRÍACO VERDE


É possível construir de forma a não agredir tanto o meio ambiente? Um arquiteto e ambientalista austríaco chamado Hundertwasser defendia o uso ecológico da arquitetura. Antes que se falasse em sustentabilidade ambiental, seus discursos, manifestos e pinturas já teimavam em sublinhar a importância da natureza e antecipavam soluções precisas para o futuro do meio ambiente. Seus projetos arquitetônicos estão espalhados não pela Áustria e em vários países da Europa.

Sua arte tem sempre um lado político. Ele constantemente se rebelou contra o racionalismo e o determinismo das ideias promovendo a consciência ecológica e mantendo sempre a crença na anarquia da imaginação. Hundertwasser é naturalmente verde e transformava cimento em algo orgânico. Em seus projetos o verde estava sempre presente, seja em árvores saindo pela janela de apartamentos, seja na grama cobrindo os telhados das casas. Não havia fronteiras para comungar natureza e lar.


O artista também se engajou em uma campanha para um transporte bom e barato que pode ser utilizado por todos indistintamente.  Hundertwasser criou o cartaz “Use Public Transport - Save the City”(Utilize o Transporte Público- Salve a Cidade) do 48º Congresso da UITP (Union Internacionale dês Transports Public) no ano de 1989 em Budapeste.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

O MDT recomenda: utilize o transporte público - salve a cidade

            
                                         
Mais de 80% da população brasileira está concentrada nas cidades que crescem 2,5% ao ano. As cidades concentram pessoas, aglutinam problemas, pesadelos, sonhos e soluções dentro de uma frenética rede de relações sociais, econômicas, culturais e  políticas, estabelecendo uma grande troca de conhecimento, informação e sentimentos.  Essa grande união de pessoas e as inter-relações dentro de um determinado espaço exige de imediato que se faça o equilíbrio entre o homem e a  natureza. Os espaços das cidades devem ser compartilhados coletivamente também na medida das necessidades de deslocamento de seus cidadãos. O transporte coletivo deve permitir que as pessoas tenham mobilidade para acessar o trabalho, a escola, o hospital, o parque, as lojas e outros serviços, em segurança, conforto, com dignidade e com  mínima agressão ao meio ambiente.  

O Brasil parece estar na contramão da tendência mundial entupindo suas cidades com carros enquanto O restante do mundo desenvolvido está investindo em transporte público urbano de massa.  É visivelmente grave a situação Na Região Metropolitana de São Paulo onde vivem 19 milhões de pessoas, com cerca de 1000 carros novos em circulação a cada dia e oferta de financiamento em até 60 meses o que contribui ainda mais para os congestionamentos na cidade com  aumento da poluição e dos acidentes de trânsito .  E assim a vida urbana vem perdendo qualidade.

TRANSPORTE BOM E BARATO

É preciso ter vontade política para carregar a bandeira de um transporte público de boa qualidade e também barato. É preciso buscar  organizar o uso dos espaços urbanos em prol da qualidade de vida da população.   A cidade necessita de um serviço de transporte coletivo em toda a sua extensão.  A periferia também deve ser atendida com o mesmo padrão de transporte público existente nos centros urbanos mais ricos o que também significa que a cidade deverá ser desenhada para facilitar a vida de pedestres, ciclistas e usuários de transporte público. 

 O maior desafio hoje é fazer a cidade acreditar em si mesma, em sua força.   Não pode haver divergências entre política e sustentabilidade. Com interesses específicos e visão limitada ao aqui e agora, as decisões na esfera do poder não podem deixar de cumprir os princípios do bem comum e universal.  Neste momento os cidadãos estão se dando conta da sua força e importância sendo capazes de provocar as mudanças necessárias para traçar o  destino que poderá mudar a história da qualidade de vida urbana.


terça-feira, 25 de março de 2014

O MDT e você



O MDT -  Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade para Todos - reúne, desde sua origem, um conjunto de entidades e instituições que há mais de 25 anos e vêm resistindo à política de sucateamento e de desprestígio do transporte público, lutando pela criação de recursos permanentes otimizados para os sistemas estruturais de transporte e pelo barateamento da tarifa. As propostas e os esforços dessas entidades convergiram, para um ponto de aglutinação: o Grupo de Ação Pró-Transporte (GAT),oficialmente instituído em agosto de 2002. Em 25 de setembro de 2003 é lançado o MDT em Brasília juntamente com a Frente Parlamentar do Transportes Públicos em ato na Câmara Federal. Após o ato 35 parlamentares e líderes políticos entregaram ao Vice-Presidente da República as propostas do MDT. O MDT inicialmente tem sua base física no escritório de Brasília da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP.

Conheça o MDT e participe de sua luta para que o transporte público com qualidade seja um direito de todos os brasileiros e instrumento de inclusão social, qualidade de vida e desenvolvimento sustentável com geração de empregos e renda.

Integram o secretariado executivo do Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade para Todos, as seguintes organizações:

Associação Nacional de Transportes Públicos – ANTP(coordenação), Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos – NTU, Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô- AEAMESP, Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte – CNTT/CUT,Fórum Nacional dos Secretários de Transportes Urbano e Trânsito,Fórum Nacional da Reforma Urbana – FNRU, Metrô Rio, Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo- SEESP, Federação Nacional dos Metroviários-FENAMETRO, Sindicato dos Engenheiros do Estado da Bahia - SENGE, União Nacional de Moradia Popular -UNMP, Movimento Nacional de Luta pela Moradia - MNLM, Central Nacional de Movimentos Populares - CMP, Confederação Nacional das Associações de Moradores - CONAM, Comissão Metroferroviária da ANTP.

Nova bicicleta reflectora pode tornar ciclismo mais seguro


Nova bicicleta reflectora pode tornar ciclismo mais seguro 

Andar de bicicleta à noite pode deixar de ser perigoso com a Lumen, uma bicicleta que brilha no escuro quando é atingida por um foco de luz.
A Mission Bicycle Company está a tentar obter um financiamento de 15 mil dólares (cerca de 10. 800 euros) no site de crowdfunding Kickstarter para produzir e comercializar a Lumen.
Segundo o Gizmag, a novidade da Lumen é que brilha e reflecte luz como os sinais de trânsito quando lhe é apontada luz, ou seja, isto permite que a bicicleta se torne facilmente visível.
Este feito é possível graças a centenas de milhares de pequenas esferas que envolvem toda a bicicleta, desde o quadro às rodas. Segundo os criadores, a bicicleta é visível a cerca de 300 metros de distância.
A Mission Bicycle Company espera iniciar a comercialização da Lumen a partir do próximo mês de Julho. O projecto da Lumen está agora à procura de financiamento no site Kickstarter, para que possa ser produzida em larga escala. O objetivo? Chegar aos $ 15.000(cerca de 10. 800 euros).

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