segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Cidades são ineficientes por não priorizarem o transporte público

25/08/2015
Ayrton Camargo e Silva afirma que é preciso faixas exclusivas para os ônibus e programação semafórica para diminuir o tempo de trajeto
Assessoria de Imprensa Perkons
Poliane Brito
Linhas de ônibus sem integração, congestionamentos, inexistência de ciclovias, calçadas esburacadas. Esses são alguns sinais de que o espaço viário não é bem utilizado. Os congestionamentos e, como consequência o aumento dos tempos de viagens, são realidade nas cidades brasileiras. Três capitais já aparecem entre as 10 metrópoles mais congestionadas do mundo. O levantamento Measuring Congestion Worldwide da empresa TOMTOM, mostra que o Rio de Janeiro está em terceiro lugar, a quinta posição é ocupada por Salvador e em sexto está Recife.
Para falar sobre as escolhas que levaram à atual conformação das cidades e do sistema viário e medidas para tornar as cidades mais eficientes no quesito mobilidade, a Perkons entrevistou o arquiteto e urbanista Ayrton Camargo e Silva. Ele é o atual diretor presidente da Estrada de Ferro Campos do Jordão e autor do livro “Tudo é passageiro - Expansão urbana, transporte público e o extermínio dos bondes em São Paulo”.
Crise de mobilidade
O urbanista afirma que as grandes e médias cidades estão passando por uma crise de mobilidade. E os pequenos municípios também já esboçam sinais de colapso nos sistemas de locomoção. “A crise de mobilidade ocorre em função da incompatibilidade entre as viagens diárias feitas pelos modos motorizados e o espaço viário disponível para elas”, explica.
Ayrton sugere dar prioridade aos veículos de maior capacidade para chegar a um equilíbrio. “Enquanto as viagens crescem a cada ano, o sistema viário não. Motivo pelo qual deveria ser dada prioridade para nele circularem os modos de maior capacidade, exatamente o que não acontece hoje nas cidades.”, sugere como solução.
Crédito: Luiz Guarnieri/Brazil Photo Press/Folhapress
Especialista afirma que boa parte dos problemas de mobilidade de São Paulo se devem ao fim dos bondes e a falta de prioridade para o transporte coletivo
Ele compara o automóvel e o ônibus para mostrar a necessidade de priorização. “Um ônibus ocupa o lugar de pouco mais de dois automóveis, porém pode transportar até 100 passageiros em média simultaneamente. Enquanto um automóvel ocupa em média 1,7 passageiro por viagem. Apesar de o ônibus ser mais eficiente na relação entre o espaço viário ocupado e o número de passageiros transportados, eles não têm prioridade para circulação nas vias. Pouquíssimas cidades possuem faixas exclusivas para os ônibus circularem, e menos ainda possuem uma programação semafórica que contribua com o aumento de sua velocidade comercial”, afirma.
A falta de priorização do transporte coletivo e o mau uso do espaço viário, segundo o arquiteto e urbanista culminam em cidades ineficientes. “O fruto desse conflito são os congestionamentos e os acidentes, que ilustram o conflito na disputa para ver quem consegue ocupar antes o pouco espaço para circular. Isso tudo gera cidades ineficientes, que perdem sua competitividade econômica numa era de economia globalizada. Além da queda da qualidade de vida, que atinge a toda população de forma indiscriminada”, conclui.

Escolhas que levaram à crise de mobilidade

O urbanista afirma que as decisões, no Brasil, para estimular o crescimento das cidades levaram à crise de mobilidade dos dias de hoje. “A escolha foi feita em direcionar a expansão urbana fazendo-a dependente dos modos motorizados por pneus, em particular, o automóvel nos últimos 100 anos”.
Para ele, se fosse possível reescrever a história, a solução seria vincular a expansão urbana e seu adensamento diretamente à existência de transporte coletivo, garantindo a ele prioridade para circulação no sistema viário.
Ayrton afirma que para termos outro cenário, a cidade deveria seguir critérios para garantir expansão com mobilidade. “A expansão urbana deveria ser feita com base em indicadores de qualidade da sua mobilidade. Assim o acesso a uma determinada região ou bairro seria por corredores de transporte coletivo que deveriam ter níveis mínimos de desempenho, como por exemplo, elevada velocidade comercial {expressa pelo tempo gasto em todo o percurso} para os modos coletivos de transporte, níveis reduzidos de acidentes e emissões de poluentes, tempos máximos de viagem, intervalos constantes entre as viagens etc.", exemplifica.
Para isso, o transporte coletivo seria o protagonista principal no uso do sistema viário existente, e o adensamento urbano seria vinculado à existência de transporte coletivo, de forma a não impactar o sistema viário em sua área de influência.
Ayrton afirma que o inverso aconteceu em São Paulo. “O fim dos bondes em São Paulo, e a opção pela expansão do sistema viário sem que o transporte coletivo tivesse prioridade de circular foram as bases de boa parte dos problemas da mobilidade em São Paulo”, ilustra.
Ao priorizar o transporte coletivo e ordenar a expansão dos municípios, o urbanista acredita que as cidades seriam mais amigáveis. “Certamente {a cidade teria} uma ocupação mais compacta, menos espraiada, e com uma ocupação viária muito mais eficiente”, conclui. 

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Transporte passará a ser direito social na Constituição


 

O plenário do Senado Federal aprovou na noite desta quarta feira, a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) 74, de 2013, de autoria da deputada Luiza Erundina (PSB-SP) e, que na Câmara, tramitava como PEC 90. O projeto prevê a inclusão do transporte no grupo de direitos sociais estabelecidos pela Constituição Federal. O presidente da Casa, Renan Calheiros, vai convocar sessão solene do Congresso para promulgação de duas PECs aprovadas no Senado para o dia 15 deste mês, às 11h. O projeto recebeu 64 votos a favor e nenhum contrário.
Tornar o transporte um direito social significa mudar a redação do artigo 6° da Constituição Federal para colocá-lo no mesmo patamar de outros 11 direitos: educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância e assistência aos desamparados. Para Luiza Erundina, é por meio do transporte que o cidadão pode acessar os direitos fundamentais. É ele também que garante o direito à própria cidade, à participação na vida urbana.
Veja mais - Dep. Luiza Erundina registra a aprovação da PEC no Plenário da Câmara

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Passeio ciclístico vai abrir 'Dia Sem Carro'

O DIA

Rio - Já estão abertas as inscrições para o passeio ciclístico que abre, no domingo da próxima semana, 21 de setembro, as celebrações do Dia Mundial Sem Carro. Os organizadores do ‘Um Dia Sem carro’ esperam bater o recorde do ano passado, quando 25 mil pessoas deixaram o carro na garagem no Rio de Janeiro. “Somos o quinto consumidor de bicicletas do mundo.
Atualmente, existem mais de 80 milhões de veículos ativos no país. Só no Rio, o uso de bicicletascresceu cinco vezes nos últimos 15 anos”, disse Claudio Santos, presidente da Federação de Ciclismo do Rio de Janeiro e organizador do evento. Na cidade, cerca de 650 mil deslocamentos por dia são feitos em bicicleta, segundo os organizadores. 

Os ciclistas que se inscreverem no site da federação (http://www.fecierj.org.br) por R$ 10 recebe bolsa de praia exclusiva, camisa personalizada, garrafa squeeze, Código Brasileiro de Trânsito de bolso, número para sorteio de 20 bicicletas Caloi 21 marchas, medalha e 02 bilhetes do metrô. O percurso de 12 km começa e termina no Monumento aos Pracinhas. O Dia Mundial Sem Carro é celebrado no dia 22 de setembro em cidades do mundo todo. No Rio, o passeio no domingo marcará também o Início da Semana Nacional do Trânsito.



quarta-feira, 9 de setembro de 2015

22 de setembro: dia mundial sem carro



Por Luis Ricardo - SINPRO-DF em 17/set/2012


No dia 22 de setembro em cidades do mundo todo, são realizadas atividades em defesa do meio ambiente e da qualidade de vida nas cidades, no que passou a ser conhecido como Dia Mundial Sem Carro.  O objetivo principal do Dia Mundial Sem Carro é estimular uma reflexão sobre o uso excessivo do automóvel, além de propor às pessoas que dirigem todos os dias que revejam a dependência que criaram em relação ao carro ou moto. A ideia é que essas pessoas experimentem, pelo menos nesse dia, formas alternativas de mobilidade, descobrindo que é possível se locomover pela cidade sem usar o automóvel e que há vida além do para-brisa.

Em Brasília, o Sinpro-DF, Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF) e outras entidades apoiam a iniciativa e organizam, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, a Semana da Mobilidade Sustentável. Além de vários eventos de rua teremos debates e seminários abordando os vários aspectos da mobilidade sustentável. Entre os debates estão: Ciência: Interconexão da Mobilidade com Meio Ambiente (emergência climática e poluição); Saúde (física e psicológica); e Economia (circulação da riqueza, estresse dos trabalhadores, logística da infraestrutura, indústria, etc).
Fará parte da mesa de discussões, além do Sinpro, IPEA, SOS Clima Terra, OPAS/OMS/ONU, Rodas da Paz, CUT-DF e Fenasepe. O evento será realizado nos dias 20 de setembro e 11 de outubro, das 14h às 16h30, no Auditório Águas Claras. Participem! Mais informações no site sosclimaterra.org e diamundialsemcarro.org.br.


11/09/2014 21:13:34


terça-feira, 8 de setembro de 2015

CARTA DE ADESÃO à 15ª Jornada Brasileira “na cidade, sem meu carro”




Formulário que deverá ser assinado por representantes da prefeitura que aderir ao 15ª Jornada Brasileira “na cidade, sem meu carro” . 

Formulário:

 
Eu, abaixo assinado, representante do Município de          , declaro que este município adere a Jornada Brasileira “na cidade, sem meu carro” (que integra o evento mundial com mesmo nome e de responsabilidade nacional do Instituto da Mobilidade Sustentável - RUAVIVA, que o trouxe para o Brasil em 2001) e participará, no dia 22 de setembro de 2015, terça-feira, da 15ª Jornada Brasileira "na Cidade Sem Meu Carro”, cujo tema é “PAZ NO TRÂNSITO, FAIXAS EXCLUSIVAS, BICICLETAS, E CALÇADAS ACESSÍVEIS DOMINEM AS RUAS! É A LEI DA MOBILIDADE URBANA! ”, por reconhecer a necessidade de se desenvolverem esforços de sensibilização dos cidadãos para a utilização de meios de transporte sustentáveis e de proporcionar a todos cidades mais saudáveis, agradáveis e acessíveis, se engajando assim na reflexão e no debate por um transporte público acessível e de qualidade, e no questionamento do transporte individual motorizado, automóvel ou moto.

O signatário compromete-se a cumprir os objetivos, e a desenvolver as medidas abaixo indicadas.

São objetivos principais:

- Definir Zonas ou Vias sem as ameaças do Tráfego de Automóvel para resgatar a rua como local de convívio social, de qualidade ambiental, onde só haverá a circulação de pedestres, bicicletas, transportes públicos e de serviços essenciais;

- Encorajar comportamentos compatíveis com o desenvolvimento sustentável e em particular, com a proteção da qualidade do ar, com a mitigação do aquecimento global e com a redução do ruído;

-  Aumentar a conscientização dos cidadãos para os efeitos do transporte na qualidade do ambiente, resultantes das suas escolhas sobre o modo de transporte;

- Proporcionar aos cidadãos oportunidades para se deslocarem a pé, utilizarem a bicicleta e os transportes públicos em vez do automóvel privado, e ainda, promover a intermodalidade;

- Proporcionar aos cidadãos uma oportunidade para redescobrirem a sua cidade, os seus habitantes e o seu patrimônio, num ambiente mais saudável e agradável.

- Fazer lançamentos nesse dia de iniciativas de longo prazo, como implantação de uma faixa ou corredor exclusivo de ônibus, estações ou linhas de sistemas metroferroviários, uma área exclusiva de pedestres, uma ciclovia, retirada de estacionamentos nas vias para aumento de calçadas ou de uma ciclofaixa e outras medidas de priorização da via para os modos não motorizados e dos transportes públicos.

- E outras ações que levem a democratização do espaço público das vias ocupando-as para uso dos pedestres, bicicletas, transportes públicos, e assim fazer valer os preceitos da lei de Mobilidade Urbana (lei 12.587/12).

A 15ª Jornada Brasileira “na cidade, sem meu carro” conta com o apoio do MDT (Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público), do FNRU (Fórum Nacional da Reforma Urbana), da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), da SeMob (Secretaria Nacional de Transporte da Mobilidade Urbana), do FNRU (Fórum Nacional de Reforma Urbana), da FNP (Frente Nacional de Prefeitos) e do FNSTT (Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Transporte e Trânsito).

MARQUE SUAS  MEDIDAS QUE IRÁ APRESENTAR DURANTE A JORNADA:
Cada município deverá assinalar a(s) medida(s) que irá implementar durante a iniciativa 2014:

Prioridade aos Pedestres:
 Rua Verde – rua coberta de grama
 Vagas Verdes – ocupação de vagas de estacionamento
 Ruas ou zonas exclusivas
 Caminhos seguros para a escola;
 Melhoria de infraestruturas (uso estacionamento da via para alargamento de calçadas, criação de calçadas, travessias elevadas, semáforo de pedestres, etc...)
 Zona 30 máxima velocidade 30 Km/h



Utilização da bicicleta:
 Ciclovias;
 Ciclofaixas em estacionamentos de automóveis;
 Bicicletas públicas;
 Esquemas de aluguel ou empréstimo de bicicleta;
 Infraestruturas para estacionamento: paraciclo e bicicletários em terminais de ônibus;
 Sinalização.


Transportes públicos:
 Novas linhas / extensão das existentes;
 Novos pontos e ligações a estações de ônibus, metrô, etc.;
 Proibição de estacionamentos em vias de transporte público;
 Criação de faixas de transporte público fiscalizadas eletronicamente (BRS);
 Criação de corredores exclusivos (BRT);
 Horários: ampliação / maior frequência
 Sistemas de informação aos usuários;
 Utilização de veículos com combustível limpo;

Ordenamento / Controle de tráfego:
 Redução de limites de velocidade nas vias públicas;
 Novas regras de circulação e de estacionamento, priorizando o transporte público, pedestres e bicicletas;
 Novos planos de circulação priorizando o transporte público, pedestres e bicicletas;
 Redefinição da utilização do espaço público;
 Zonas residenciais com moderadores de trafego.

Novas formas de utilização de veículos:
 Partilha do automóvel (“car pooling”)
 Utilização coletiva do automóvel, (carona solidária -“car sharing”)

Cargas e descargas:
 Restrição a veículos de distribuição de mercadorias;
 Plataformas de descarga para transferência de cargas fora da área protegida;
 Lançamento de mudança da frota de veículos de carga da prefeitura por “veículos limpos”.

“Na Cidade Sem Meu Carro”



O Instituto da Mobilidade Sustentável – RUAVIVA com o apoio do MDT (Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público), do FNRU (Fórum Nacional da Reforma Urbana), da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), da SeMob (Secretaria Nacional de Transporte da Mobilidade Urbana), do FNRU (Fórum Nacional de Reforma Urbana), da FNP (Frente Nacional de Prefeitos) e do FNSTT (Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Transporte e Trânsito ), dão início à organização da 15ª Jornada Brasileira “Na Cidade Sem Meu Carro”, que se realizará dia 22 de Setembro de 2015, terça-feira, cujo tema desse ano é “PAZ NO TRÂNSITO, FAIXAS EXCLUSIVAS, BICICLETAS E CALÇADAS ACESSÍVEIS, DOMINEM AS RUAS! É A LEI DA MOBILIDADE URBANA!”



O momento para a realização da Jornada é próspero, uma vez que o tema da mobilidade, principalmente após as manifestações de junho de 2013, entrou na pauta política dos governos, em todos os meios de comunicação e nas conversas do dia a dia devido ao crescimento assustador da frota de automóveis que amplia a imobilidade nas nossas cidades e pelos investimentos em sistemas estruturais de mobilidade, em particular Metrôs, BRTs e faixas exclusivas de ônibus. Além disso, as manifestações levaram o Conselho das Cidades a elaborar um Pacto Nacional da Mobilidade - em discussão - que é a carta de navegação para implementar a Lei Nº 12.587, a Lei da Mobilidade Urbana nosso Estatuto da Mobilidade Sustentável - levando-a do papel diretamente para as ruas das nossas cidades.


A campanha representa uma ótima oportunidade para apresentar alternativas sustentáveis ​​para os cidadãos e explicar os desafios que as cidades estão enfrentando, a fim de induzir uma mudança de comportamento e de progredir no sentido de uma estratégia de uma mobilidade sustentável. É o momento para colocar já em operação faixas de ônibus e ciclofaixas, retirando estacionamentos das vias, bem como implantar calçadas acessíveis, abrigos com informação aos usuários, pavimentar vias de transportes coletivos e proibir estacionamento onde circulam os ônibus. Todas essas medidas com baixo custo de investimento.


Este movimento mundial, a Jornada Mundial “na cidade, sem meu carro”, começou em 1997 na França e foi trazido para o Brasil em 2001 pelo Instituto RUAVIVA. Tem como objetivo principal instigar a reflexão sobre o modelo de mobilidade dominante em nosso país, onde o modo motorizado individual de locomoção, o automóvel, ganha cada vez mais espaço em detrimento do transporte publico coletivo e do não motorizado.


A Jornada se organiza com o engajamento das Prefeituras, definindo uma área da cidade ou uma via protegida dos automóveis e motos onde as pessoas possam resgatar a rua como local de convívio social, a qualidade do meio ambiente, onde os ônibus circulam sem congestionamento e onde as bicicletas e pedestres não sofrem ameaças dos automóveis. Nesse local podem também acontecer atividades de lazer e cultura. A população é incentivada a deixar seus carros em casa e procurarem formas sustentáveis de se deslocar. Para tal, a Prefeitura precisa garantir transporte público de qualidade, informar bem como funcionará a cidade na área livre de carros e motocicletas, para que a população se sinta estimulada.



A Jornada também poderá ser explorada como uma oportunidade para lançar iniciativas de longo prazo, concebidas para reforçar a conscientização dos cidadãos contra a poluição, o ruído e o congestionamento de tráfego, resultantes da dependência dos automóveis particulares na mobilidade nos centros urbanos.


A Jornada visa difundir os preceitos da Mobilidade Sustentável - onde os pedestres, os ciclistas e principalmente o transporte público - entram de forma definitiva nas agendas das políticas públicas, seja urbana como ambiental, das diversas esferas de Governo e atrair a atenção dos meios de comunicação para o tema.


O RUAVIVA trabalha para que as Prefeituras, que desejem que sua cidade seja mais aprazível, democrata e justa, se engajem assinando a Carta de Adesão, que está em anexo.


Formalizar a adesão é assumir uma participação ousada, que polemize os conflitos ocultos no “caos do trânsito”, colocando município na mídia local, regional ou nacional. Que instigue outros municípios a se engajarem, e principalmente mobilize sua juventude e a população como um todo para mudar o padrão de mobilidade, construindo uma cidade mais equânime, justa, democrática, acessível, saudável, segura, eco-ativa, próspera e participativa.




Os municípios devem  enviar suas cartas de adesões à Jornada Brasileira “Na Cidade Sem Meu Carro” o quanto antes através de fax (31) 3224-0906, e-mail ruaviva@ruaviva.org.br ou via correio (Rua Bueno Brandão, 307 – Floresta – Belo Horizonte / MG CEP: 31010-060);

Maiores informações através do telefone (31) 3224-0906 com Ana Beatriz. Acesse também nosso site www.ruaviva.org.br e no blog www.ruaviva.blogspot.com e Raphael no MDT: (61) 3202 0899.