Nos dias 26 e 27 de fevereiro de 2016, no Instituto Polis, em São Paulo, foi realizada a reunião de planejamento do Fórum Nacional da Reforma Urbana (FNRU). O encontro contou com a participação de Nazareno Affonso, coordenador nacional do MDT, que representava também a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), e de Wesley Ferro, secretário executivo do MDT.
sábado, 9 de abril de 2016
No Fórum Nacional da Reforma Urbana, MDT defende repovoamento das áreas centrais contra a dispersão das cidades com maior custo do transporte público
Nos dias 26 e 27 de fevereiro de 2016, no Instituto Polis, em São Paulo, foi realizada a reunião de planejamento do Fórum Nacional da Reforma Urbana (FNRU). O encontro contou com a participação de Nazareno Affonso, coordenador nacional do MDT, que representava também a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), e de Wesley Ferro, secretário executivo do MDT.
sexta-feira, 8 de abril de 2016
No Fórum Paulista de Secretários, coordenador anuncia que MDT se constituirá como organização não governamental já em julho de 2016
Em espaço especialmente concedido na sessão de abertura da 63ª Reunião do Fórum Paulista de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana – evento realizado nos dias 3 e 4 de março de 2016, em Jundiaí/SP – o coordenador nacional do MDT, Nazareno Affonso, comunicou a transformação do MDT de uma articulação de entidades e movimentos sociais em uma organização não governamental – sempre atuando em prol ao Direito ao Transporte Público de Qualidade. Ele também informou que irá acompanhar com maior regularidade as reuniões do Fórum Paulista, a exemplo do que já faz em relação às reuniões do Fórum Nacional.
| MOVIMENTO NACIONAL PELO DIREITO AO TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE PARA TODOS | |
| COORDENAÇÃO NACIONAL: NAZARENO AFFONSO | SECRETÁRIO EXECUTIVO: WESLEY FERRO NOGUEIRA | EDIÇÃO: ALEXANDRE ASQUINI SCS Bl. A Qd 4 Ed. Mineiro Sala 506 – Brasília/DF – CEP: 70.304- 000 Fone: (61) 3202 0899 | Fax: (61) 3225 8066 |
| Entidades do Secretariado: | ABIFER - AEAMESP - ANTP - CMP - CNTT/CUT - CONAM - FNSTT - IEMA -Metrô Rio - Metrô SP - MNLM - NSCT - NTU - SEESP - SENGE/BA - UNMP |
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Acidentes com crianças
Como evitar acidentes
Os acidentes de trânsito com
crianças acontecem quase sempre perto às residências. Julgamos que no trânsito
a criança reage como os adultos, engano! Julgamos que a criança vê e ouve como
os adultos os veículos que se aproximam, engano! Estas falsas idéias dos pais
fazem com que amanhã possam ser responsáveis por um acidente com um filho ou
neto.
E mais, a criança procura sempre satisfazer as suas necessidades imediatas - jogar, movimentar-se e chegar à escola ou a casa rápido, ir ter com os pais que estão do outro lado da rua ou apanhar a bola é normalmente mais importante que dar a atenção ao trânsito. Para fazer o que lhe interessa, é capaz de se precipitar contra um automóvel que se aproxima, se este a impedir de continuar o seu próprio percurso.
A
criança também não acredita na morte, é como um jogo, com frequência brinca
como se estivesse morta, depois se levanta e continua a brincar, porque diz que
está viva. Portanto, não tem noção do perigo e dos riscos de morrer.
A
verdade é que a criança não consegue pensar e reagir a vários estímulos ao
mesmo tempo é lhes difícil observar, ao
mesmo tempo o sinal luminoso e os veículos em movimento além do tempo de reação
das crianças ser mais lento que o dos adultos.
A
criança não é um adulto em miniatura! Só
crescendo é que a criança aprende o essencial! Podemos e devemos ajudá-la, mas
é preciso esperar que ela cresça!Nós é que temos de ser prudentes!
Nós, adultos, é que temos que modificar o nosso comportamento e ensina-las e sempre as acompanhar nas travessias de ruas e avenidas.
Cristina Baddini Lucas
Assessora do MDT
Respeitar as Leis de Trânsito é Divino
O efeito do Álcool e direção, além
da velocidade, no público adolescente.
O que eles dizem e fazem é o que ocorre em relação ao
álcool: se você pergunta, independentemente de ser adolescente, as pessoas
dizem que não pode beber e dirigir, que é a conduta certa. Mas a hora que você
transpõe a fala para a ação a coisa não é assim. Caso contrário não teríamos um
índice tão alto de acidente envolvendo álcool. Ninguém nem pegaria carona com
motorista sob efeito de álcool. O comportamento mostra que os adolescentes, em
particular, não sabem o que é entrar em um carro com uma pessoa alcoolizada,
não sabem do risco. E o mesmo para dirigir. I sso acontece comos adolescentes,
mas permeia toda a cultura brasileira. Nos países fora do Brasil ocorre o medo
de ser punido e isso não acontece. Aqui, elas acham que não vão pagar caro. A
sensação da impunidade, apesar da lei seca, não foi suficiente. Na verdade,
beber e dirigir é um comportamento mais difícil de mudar que usar o cinto.
Porque envolve uma mudança maior, há perda de comodidade. Para sair com os amigos, ir em uma festa, por exemplo, precisa ter esquema: ou alguém não bebe, ou você precisa pedir táxi etc. Você só faria isso se o risco da punição fosse iminente. Quando começou a fiscalização ostensiva o comportamento mudou. Hoje já não tenho essa certeza. Essa mudança de paradigma de comportamento só se vai conseguir de fato com um sistema de fiscalização eficiente.
Como transmitir isso ao jovem é um desafio para nossos comunicadores. Porque se você proíbe mostrando que é um risco, cai na rebeldia do jovem. Então tem que ser passado de uma maneira eficiente e mais divertida que restritiva. Os adolescentes são solidários, gostam de andar em grupo, então é preciso encontrar uma forma na qual ele não vai ser chamado de careta. Amigo da vez é uma maneira de fazer mais simpática, mas não sei se consegue atingir a todos só com essa abordagem.
Porque envolve uma mudança maior, há perda de comodidade. Para sair com os amigos, ir em uma festa, por exemplo, precisa ter esquema: ou alguém não bebe, ou você precisa pedir táxi etc. Você só faria isso se o risco da punição fosse iminente. Quando começou a fiscalização ostensiva o comportamento mudou. Hoje já não tenho essa certeza. Essa mudança de paradigma de comportamento só se vai conseguir de fato com um sistema de fiscalização eficiente.
Como transmitir isso ao jovem é um desafio para nossos comunicadores. Porque se você proíbe mostrando que é um risco, cai na rebeldia do jovem. Então tem que ser passado de uma maneira eficiente e mais divertida que restritiva. Os adolescentes são solidários, gostam de andar em grupo, então é preciso encontrar uma forma na qual ele não vai ser chamado de careta. Amigo da vez é uma maneira de fazer mais simpática, mas não sei se consegue atingir a todos só com essa abordagem.
O álcool age diferente em organismo adolescente?
O efeito no adolescente é pior, uma porque ele ainda está menos acostumado a beber. É um bebedor novo. Quanto mais se bebe, aumenta a tolerância e diminui os efeitos na medida em que você vai envelhecendo. Além disso, eles ainda não têm o desenvolvimento físico pleno. Organismo menor, efeito físico maior. O álcool age no sistema nervoso central, diminuindo suas ações conforme a ingestão. A atenção, concentração, capacidade motora e o campo visual diminuem, além disso, há perda do grau de vigília. Conforme se bebe mais, há falta de coordenação até que se chegue no ponto da letargia completa e coma. É como se fosse apagando as luzes do cérebro. E o álcool aumenta os outros comportamentos perigosos, como não usar cinto, alta velocidade. O indivíduo só vai estar em condição de dirigir pelo menos seis horas depois. Banho frio e café não adiantam. O álcool não está na pele, está dentro do sangue.
O que mais aumenta as chances de acidentes?
Ao efeito do álcool se soma o comportamento do perfil do
adolescente, rebelde e agitado. O álcool desinibe e potencializa esse
comportamento, o que é trágico. Imagine um menino todo corajoso com um bando de
amigos querendo se mostrar. E nem precisa ter tomado muito! Em grupos, todos
ficam mais corajosos e aumentam os comportamentos inadequados. E hoje os
acessos aos carros estão muito fáceis. É muito mais adolescente e jovem com
carro. Há poucos anos, a maior parte deles não tinha, pegava emprestado de vez
em quando. Com essa facilidade de financiamento etc., pessoas que não tiveram
uma educação formal adequada para lidar com o carro estão com uma arma na mão.
O ensino de como se comportar na direção não veio da família, ele não aprendeu
a respeitar o veiculo motorizado. Isso também aumenta o risco de
acidentes.
E ele dirige há pouco tempo...
Pessoa nova,
motorista nova e bebedor novo. Passou por poucas experiências. Soma tudo isso e
você tem uma coisa explosiva. Para o jovem é uma sensação nova pegar o carro e
dirigir. É uma habilidade que ele está adquirindo, com importância social
grande. Se ele faz manobra, canta pneu, ele tem status e é inserido dentro do
grupo. Então ele já é um motorista com comportamento de risco. Há muita
preocupação com relação às drogas, mas em relação ao álcool os pais são mais
permissivos. Não vêem como uma droga e não vêem como um problema se o filho de
16 anos está bebendo. A associação dessa bebida descriminada e a falta de culpa
é complicado. E ficar bêbado é bacana para ele! É um rito de passagem. Somado a
bebida e a adrenalina você tem risco maior de acidentes. Por isso tem que ter
leis e fiscalização eficiente para que ao menos o adolescente tenha medo de ter
atitudes assim. Uma mudança no comportamento começa por esse caminho. Essa
questão deve ser prioridade. Fazer uma ação ampla, treinar um grupo de
policiamento especial, pegar e punir os motoristas bêbados. O pouquinho que a
gente conseguiu na promulgação da lei seca houve uma redução efetiva dos
acidentes, menos internação e menos morte. Esse caminho mostrou de forma clara
que é por aí. A campanha, a informação não deve deixar de existir, mas
ela fica banal sem a fiscalização.E ele dirige há pouco tempo...
Cristina Baddini Lucas
Assessora do MDT
domingo, 3 de abril de 2016
Nazareno Affonso, coordenador do MDT, estará presente nos 50 anos da Unicamp
A convite da Reitoria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o coordenador nacional do MDT, arquiteto e urbanista Nazareno Affonso, participará na tarde de 6 de abril de 2016, em Campinas/SP, do painel Crises da Urbanização: a disseminação espacial e setorial do caos urbano, na sessão intitulada Balanço atual das políticas sociais no Brasil – I: É possível dar continuidade a esse processo ? Nessa sessão, o coordenador do MDT, que também estará na condição de representante do Instituto RUAVIVA, terá como responsabilidade apresentar os desafios referentes à política e às ações de mobilidade no Brasil. A sessão integra a série comemorativa de mesas-redondas intitulada Perspectivas Unicamp 50 Anos.
Essa sessão específica contará com a coordenação de Arlete Moysés Rodrigues, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. Participarão também a professora doutora Ermínia Maricato, da USP e da Unicamp, e os professores doutores Carlos Vainer e Carlos Antônio Brandão, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Livro comemorativo. A participação de cada conferencista, gravada e editada, ou um texto específico dele sobre o tema se juntará às contribuições de todos os outros participantes em um livro comemorativo do cinquentenário da Unicamp. A série de mesas-redondas foi iniciada em outubro de 2015 e em sessões regulares s estenderá até setembro de 2016. Ao final, a iniciativa terá reunido contribuições de 125 professores, pesquisadores e especialistas, vinculados a universidades e outras organizações do Brasil e de Exterior.
TEMAS
O conjunto de painéis e temas da série comemorativa teve três sessões em 2015. Em 8 de outubro de 2015 – Geopolítica e economia internacional, com os temas Geopolítica Mundial: que novos caminhos teremos? e Crise do Capitalismo Internacional: reestruturação ou nova desordem?Em 4 de novembro de 2015 –Rumos da política nacional, com o tema Política Nacional: agravamento da situação atual ou novo pacto conservador?. Em 26 de novembro de 2015 –Clima e ambiente, crise hídrica e energética, com os temas Mudanças climáticas globais e Crise hídrica e energética.
na terça feira já 6 de abril de 2016.
Em 28 de abril de 2016 – Balanço atual das políticas sociais no Brasil – II: Educação, com os temas Educação Básica: a persistência da má qualidade e Ensino Superior: produtivismo e alienação acadêmica. Em 24 de maio de 2016 – Balanço atual das políticas sociais no Brasil – III: Distribuição de renda, redenção da pobreza e a “nova classe média” , com o tema Distribuição e Transferência de Renda. Em 15 de junho de 2016 – Arte, Ciência e Cultura, com os temas Virtualidade e Ubiquidade na construção da memória cultural e Criatividade em Arte e Ciência: desafios do Século XXI. Em 4 de agosto de 2016 – Balanço atual das políticas sociais no Brasil – IV: Saúde, com o tema Saúde e Saneamento: alargamento da demanda e estreitamento dos recursos. Em 24 de agosto de 2016 – A alternativa biocêntrica, com os temas Crises ambientais e decrescimento e Cidadania ampliada: Por um novo pacto entre as espécies.Em 15 de setembro de 2016 – Impacto das tecnologias da informação, com os temas Impactos das Tecnologias da Informação: desafios e perspectivas e Impactos das Tecnologias da Informação na Filosofia, nas Artes e nas Ciências.
Movimentando
Informativo 116
fevereiro 2016
Em 28 de abril de 2016 – Balanço atual das políticas sociais no Brasil – II: Educação, com os temas Educação Básica: a persistência da má qualidade e Ensino Superior: produtivismo e alienação acadêmica. Em 24 de maio de 2016 – Balanço atual das políticas sociais no Brasil – III: Distribuição de renda, redenção da pobreza e a “nova classe média” , com o tema Distribuição e Transferência de Renda. Em 15 de junho de 2016 – Arte, Ciência e Cultura, com os temas Virtualidade e Ubiquidade na construção da memória cultural e Criatividade em Arte e Ciência: desafios do Século XXI. Em 4 de agosto de 2016 – Balanço atual das políticas sociais no Brasil – IV: Saúde, com o tema Saúde e Saneamento: alargamento da demanda e estreitamento dos recursos. Em 24 de agosto de 2016 – A alternativa biocêntrica, com os temas Crises ambientais e decrescimento e Cidadania ampliada: Por um novo pacto entre as espécies.Em 15 de setembro de 2016 – Impacto das tecnologias da informação, com os temas Impactos das Tecnologias da Informação: desafios e perspectivas e Impactos das Tecnologias da Informação na Filosofia, nas Artes e nas Ciências.
Movimentando
Informativo 116
fevereiro 2016
quinta-feira, 31 de março de 2016
Conselho das Cidades prorroga prazos para convocar Conferências Estaduais e Municipais
Os novos prazos são até 8 de abril, para as etapas estaduais, e até 6 de maio, para as municipais; datas de realização das conferências estão mantidas.
Do FNRU* | Publicado em 23/03/2016
GCom a Conferência das Cidades sendo pauta única, o Conselho das Cidades se reuniu no último dia 18 de março em Brasília, em uma reunião extraordinária. Como encaminhamento central do encontro foi definida a prorrogação na data limite para a convocação das Conferências Municipais e Estaduais das Cidades. Os novos prazos são até 8 de abril, para as etapas estaduais, e até 6 de maio, para as municipais.
Importante destacar que só os prazos de convocação foram alterados, as datas de realização continuam as mesmas. As Conferências Municipais deverão acontecer de 1º de janeiro de 2016 a 5 de julho de 2016. Já as Conferências Estaduais e do Distrito Federal têm data para acontecer de 1º de novembro de 2016 a 31 de março de 2017. Além de debates e propostas, esses momentos definem os delegados da etapa nacional.
A 6ª Conferência Nacional das Cidades será realizada em Brasília, no período de 5 a 9 de junho de 2017, com o tema “Função Social da Cidade e da Propriedade”. O Regimento da 6ª Conferência, aprovado pelo ConCidades, é a Resolução Normativa nº 19 de 18 de setembro de 2015, como o documento balizador da realização desse evento.
Agenda
A próxima reunião do ConCidades será nos dias 12,13 e 14 de abril, em Brasília. Na pauta, está uma análise de conjuntura sobre “Crise política e seus reflexos na Política Urbana:, com o ministro das Cidades Gilberto Kassab, além de Ricardo Berzoini e o deputado Julio Cesar de Carvalho e Lima, da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviço.
*Com repassses feitos por Guilherme Carpintero, membro do Conselho das Cidades pela Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), parte do FNRU.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Nova Plataforma do Programa Cidades Sustentáveis
Programa Cidades Sustentáveis (PCS)
O programa propõe o levantamento de indicadores sociais, econômicos, políticos, ambientais e culturais, para a elaboração de um diagnóstico detalhado das cidades. Assim, seus gestores poderão definir as prioridades e enfrentar os desafios de modernizar e racionalizar a gestão pública municipal, por meio da construção de indicadores e banco de dados que possam fornecer as bases para o planejamento dos municípios.
O PCS estabelece a sustentabilidade como transversal às diversas secretarias municipais e prevê metas de resultados para todas as áreas da administração.
Rede Nossa São Paulo e o Programa Cidades Sustentáveis
Serviço:
Lançamento da nova plataforma do Programa Cidades Sustentáveis
Data: 6 de abril de 2016 (quarta-feira)
Horário: das 9h30 às 12h30
Local: Teatro Anchieta, do SESC Consolação
Endereço: Rua Dr. Vila Nova, 245 - São Paulo
O programa propõe o levantamento de indicadores sociais, econômicos, políticos, ambientais e culturais, para a elaboração de um diagnóstico detalhado das cidades. Assim, seus gestores poderão definir as prioridades e enfrentar os desafios de modernizar e racionalizar a gestão pública municipal, por meio da construção de indicadores e banco de dados que possam fornecer as bases para o planejamento dos municípios.
O PCS estabelece a sustentabilidade como transversal às diversas secretarias municipais e prevê metas de resultados para todas as áreas da administração.
Rede Nossa São Paulo e o Programa Cidades Sustentáveis
A
Rede Nossa São Paulo e o Programa Cidades Sustentáveis farão o lançamento da nova plataforma do Programa
Cidades Sustentáveis, atualizada com os Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS), que deverá ocorrer na próxima semana, dia 6 de abril, das
9h30 às 12h30, no Teatro Anchieta, do SESC Consolação. No evento serão
apresentados dois produtos da nova plataforma: a versão atualizada do
Guia GPS - Gestão Pública Sustentável e o novo vídeo institucional do
programa.
O
novo Guia GPS incorpora os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
(ODS) - aprovados no último mês de setembro pela Assembleia Geral da ONU
-, que reúnem 17 macro objetivos e 169 metas com o propósito de acabar
com a pobreza até 2030 e promover universalmente a prosperidade
econômica, o desenvolvimento social e a proteção ambiental.
O Guia
apresenta ainda a importância dos indicadores e o estabelecimento de
metas para a administração municipal, assim como para a transparência e o
controle social das políticas públicas.
Fonte
de informação para planejamento, gestão e tomada de decisões na
administração pública, o Guia GPS visa ainda contribuir para a
capacitação de gestores públicos municipais e organizações da sociedade
civil em diversas cidades brasileiras, para implementarem indicadores e
planos de metas que contemplem o desenvolvimento sustentável.
A
nova plataforma estará à disposição de todas as candidaturas às
prefeituras municipais que quiserem incorporar o Programa Cidades
Sustentáveis e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em suas
futuras gestões.
Durante
o evento, será lançado também o novo vídeo do Programa Cidades
Sustentáveis, seguido de depoimentos de gestores públicos sobre a
experiência da gestão após a adesão ao programa.
Durante
a atividade, será formalizada a parceria entre o PCS e o ICLEI -
Governos Locais pela Sustentabilidade, com a presença de Pedro Roberto
Jacobi, diretor presidente do Conselho ICLEI Brasil e secretário
executivo interino do ICLEI SAMS - Secretariado para América do Sul.
No
encerramento, haverá apresentações do músico e compositor Marcus
Vianna, da atriz e cantora Letícia Sabatella e do ator e músico Fernando
Alves Pinto.
Agende-se.
Lançamento da nova plataforma do Programa Cidades Sustentáveis
Data: 6 de abril de 2016 (quarta-feira)
Horário: das 9h30 às 12h30
Local: Teatro Anchieta, do SESC Consolação
Endereço: Rua Dr. Vila Nova, 245 - São Paulo
terça-feira, 29 de março de 2016
EU QUERO A FAIXA DA VIDA
No desenho do asfalto em que se alternam listras claras e escuras, concentra-se o grande desafio dos pedestres no que diz respeito à integridade física e à vida, mas também a algo mais — é um desafio civilizacional.
A civilidade de um país se mede pelo número de pedestres mortos e para medir a civilidade de uma cidade, além das calçadas temos que olhar o respeito às faixas de travessia. Os motoristas dos Estados Unidos não se comportam melhor lá porque são mais bonzinhos do que os nossos motoristas. É que eles sabem o tamanho do problema que terão pela frente se matarem ou ferirem alguém.Absurdo
O jornalista Gilberto Dimenstein disse que o que ocorre em nosso trânsito são casos tão absurdos que, daqui a não muito tempo, quando olharmos para trás, não vamos sequer entender como os toleramos. É como vemos hoje a mulher não ter direito de votar, crianças serem obrigadas a trabalhar, negros serem escravos ou alguém fumar no avião. Há uma cadeia de tolerância por trás do massacre. Considera-se muita coisa normal.
Quando são publicadas as estatísticas de crime, nós todos quase não damos destaque e até achamos normal haver calçadas que não servem para pedestres, estreitas, esburacadas, muitas vezes usadas para carros estacionarem. Vemos bairros com milionários empreendimentos imobiliários em que não há preocupação com a construção de uma calçada.
Travessia no CTB
O Código de Trânsito Brasileiro - CTB estabelece
que o desrespeito à faixa de pedestres é infração “gravíssima”, punível com
multa de 191,54 reais e 7 pontos na carteira.
É a faixa sem semáforo que costuma ser ampla e irrestritamente desrespeitada. Pela boa regra internacional, basta o pedestre pôr o pé na faixa, e o motorista é obrigado a dar-lhe passagem. Pôs o pé ali, e o pedestre garante sua imunidade.
Aquele sinal no chão não é mero adorno. Para
muitos, aquela seria apenas a marcação do lugar em que preferencialmente os
pedestres deveriam atravessar a rua, desde que não haja carros passando.
Campanhas
É necessário que as Campanhas deem destaque à
educação do motorista respeitando o pedestre. Ora, são os carros que agridem e
matam. São eles a parte forte do confronto. No dia em que forem educados, a
educação do pedestre virá por gravidade.
A campanha deve acenar com punições. Campanha para
valer seria a que fixasse um prazo a partir do qual a ação educativa daria
lugar à aplicação de multas. Foi o que ocorreu em Brasília, a única capital
brasileira em que a população aprendeu a respeitar a faixa de pedestres. Não há educação que não acene com a punição ao
infrator. A leve sensação de punição é fundamental para menos gente ser
atropelada.
Campanhas realmente para valer exigem a prévia
revisão geral da localização das travessias. Nem sempre a faixa deve ficar
exatamente na esquina; muitas vezes, ela seria mais eficaz se colocada mais
para o meio do quarteirão.
A elevação da pista de rolamento dos veículos até a altura da calçada na área onde se encontra a faixa de travessia de pedestres tem sido uma alternativa utilizada para garantir a travessia de pedestres. Sua finalidade é permitir que o pedestre não necessite mudar o nível que se encontra, o que facilita a mobilidade de pessoas com restrições físicas, crianças e idosos, cadeirantes, pois ao invés do ser humano ter que descer ao nível da pista e depois retornar ao da calçada é o veículo que se vê obrigado a diminuir a velocidade pelo obstáculo que é colocado a sua frente.
Ainda vamos sentir orgulho ao parar na faixa.
Cristina Baddini Lucas
Assessora do MDT
segunda-feira, 28 de março de 2016
A ERA PÓS AUTOMÓVEL, PRIMEIROS SINAIS: " O SECULO DO CARRO FOI UM EQUIVOCO, É HORA DE SEGUIR AVANTE

"O jornal O Globo, do inicio de março veio com a sugestiva manchete “Automóvel não entra”, reporta um artigo publicado no jornal Washington Post, intitulado “The car century was a mistake. It’s time to move on” – “O Século do carro foi um equívoco, é hora de seguir adiante”.
Publicado em 29 de fevereiro, o artigo do jornal americano reporta as ideias de J. H. Crawford, autor do livro “Carfree Cities”, que imagina como seriam as cidades sem os carros e os problemas por eles causados.
domingo, 27 de março de 2016
O Minhocão se torna oficialmente um parque
![]() |
| Minhocão |
Lei sancionada por Haddad na Prefeitura de São Paulo, reforça o uso do espaço para lazer nos horários em que é fechado para veículos e aberto para pedestres realizarem desde piqueniques até práticas esportivas, de acordo com o Boletim do Fórum Nacional da Reforma Urbana, de número 2 de 2016, de 23 de março deste ano.
Um parque, por que não? Para que gastar dinheiro demolindo um viaduto de quase 3,5 quilômetros que custou milhões? Seria excelente a criação de um belo jardim suspenso. São Paulo e os paulistanos merecem esse mimo.| High Line Park |
Hoje o High Line Park enche de verde e luz a Nova York por 2, 5 quilômetros de extensão, a 8 metros de altura. Ao longo desse trajeto há muitos jardins, bancos e espreguiçadeiras, guarda-sóis, hortas comunitárias e uma longa pista para caminhadas.
Enfim, um oásis para a população esquecer o estresse da metrópole, ler um livro, bater papo, curtir apresentações artísticas, fazer nada, segundo a Associação de Amigos do parque Minhocão.
Conselheiros do CEAPcD são empossados para Gestão 2016/2018
Na manhã de terça-feira, 22 de março, aconteceu na Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo a cerimônia de posse dos conselheiros do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência - CEAPcD, Gestão 2016/2018.
Doutora Linamara ao microfone fala para conselheiros sobre período de nova Gestão.
Estiveram presentes na cerimônia a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella; o Secretário Adjunto da Pasta, Cid Torquato; a presidente da Gestão anterior do CEAPcD, Maria Gorete Cortez de Assis; e a Conselheira na Gestão anterior, Yara Savine.
Durante o discurso de abertura a Secretária Dra. Linamara falou sobre a importância da atuação dos Conselheiros. “Os senhores são muito bem vindos, é desta união, é desta sinergia que temos que prosperar. Cada um de nós está aqui para ajudar, mas caberá aos senhores conselheiros conduzir”.
Gorete, ex-presidente, fala ao microfone para conselheiros, da importância de parceria com poder público
Dra. Linamara ressaltou, ainda: “decidir, essa é a palavra chave, a decisão está com os Conselheiros. Vocês se reúnam, discutam suas divergências, mas tragam suas convergências e construam um conselho que o Brasil inteiro reconheça. Contem com meu apoio e colaboração, quero dar toda a estrutura para que vocês façam a melhor e mais profícua das gestões”.
Maria Gorete falou sobre a importância da interlocução entre as pessoas com deficiência e o poder público. “Sociedade civil sempre deve andar com parceria com órgão público mantendo um equilíbrio, pois juntos podemos fazer a diferença”. Além disso, a ex-presidente discorreu sobre os pontos necessários para essa nova gestão. “Eu acolho cada novo conselheiro e conselheira dizendo a vocês que precisamos inovar, precisamos trabalhar juntos, nos unir, porque nós não podemos fragmentar uma política pública de pessoa com deficiência; nada sobre nós sem nós”.
Dra. Linamara assina documento de posse para Gestão 2016/2018, ao lado de Maria Gorete.
A mesa diretora do CEAPcD, Gestão 2016/2018 será votada no dia 14 de abril. Abaixo, a lista de Conselheiro empossados.
CONSELHEIROS ELEITOS
REPRESENTANTES DO SEGMENTO ‘DE’
TITULARES
Núcleo I – (Núcleo vago, ocupado por) Maria Alice Duarte Pereira – Conselho Municipal – Barretos.
Núcleo II – (Núcleo vago, ocupado por) Cilso Aparecido Costa Lima – Associação das Pessoas com Deficiência – ADG – Garça.
Núcleo III - Valdireny de Mira da Silva – ONG Essas Mulheres – Paulínia
Núcleo IV - (Núcleo vago, ocupado por) Camila Camargo Todam Marocolo – Conselho Municipal - Ourinhos.
Núcleo V - Nilson Garcez – ONG-MID Movimento de Informações sobre a Deficiência – São Carlos
Núcleo VI – (Núcleo vago, ocupado por) Márcia Pereira da Silva – União dos Deficientes Físicos de Araraquara – Araraquara
Núcleo VII - Maria Gorete Cortez de Assis – Conselho Municipal - São José dos Campos.
Núcleo VIII - Ariane Queiroz de Sá – Associação de Cadeirantes de Bauru e Região – Bauru
Núcleo IX - Mauro Antônio da Silva Filho – Conselho Municipal – Bebedouro.
Núcleo X - Vera Lucia Muller Bertoli – Associação das Pessoas com Deficiência Pariquera–Açu – ADEFIPA – Pariquera-Açu
SUPLENTES
1º - Adriana Guida Bittencourt – Conselho Municipal – Bertioga.
2º - Luiz Gustavo Merlo - Conselho Municipal de Campinas – Campinas
3º - Juliana Oliva Souza – ONG Mais Forte que o Deficiente - Rio Claro
4º - Sandro Luiz Montanheiro Francischini – ADEVIRP - Associação dos Deficientes Visuais de Ribeirão Preto – Ribeirão Preto
REPRESENTANTES DO SEGMENTO ‘PARA’
Núcleo I – (Núcleo vago, ocupado por) Benedito Aparecido da Silva – Conselho Municipal – Caraguatatuba.
Núcleo II - Gabriela de Oliveira Xavier – Sociedade Bíblica do Brasil – Barueri
Núcleo III - Regina Célia Pereira – Conselho Municipal – Limeira
Núcleo IV - Antônio José Camargo Fortes (Gué) – Associação dos Deficientes Físicos – Botucatu
Núcleo V - Rosana Maria Alves Mangili – Centro Universitário Central Paulista – UNICEP – São Carlos.
Núcleo VI – (Núcleo vago, ocupado por) Washington de Paula Rodrigues – Conselho Municipal - Bauru.
Núcleo VII - Willian Paulo da Silva – Conselho Municipal – Pindamonhangaba.
Núcleo VIII - Maria Helena Mozena – Conselho Municipal - Tupã
Núcleo IX - Rosangela Tavares Martins Gaudêncio – Movimento Superação - Bebedouro
Núcleo X - José Antônio Dalrio – Associação Cubatense para a Pessoa com Deficiência Física – Cubatão.
SUPLENTES
1º - Alcebíades Nascimento Silva (Júnior) – AMA – Associação dos Amigos do Autista - Jundiaí
2º - Francisco Nuncio Cerignoni (Chico Pirata) – Conselho Municipal - Piracicaba
3º - Marcia Aparecida Alves da Cunha Lima – Conselho Municipal de Jaguariúna.
CONSELHEIROS GOVERNAMENTAIS – TITULARES
André Rocha Kuramoto – Secretaria da Habitação
Cássio Rodrigo de Oliveira Silva – Secretaria da Cultura
Ana Lúcia Mônaco – Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia
Yara Savine – Secretaria de Desenvolvimento Social
Carolina Lourenço Reis Quedas – Secretaria de Educação
Lígia Maria Carvalho de Azevedo Soares – Secretaria de Saúde
Maíra Maciel Leite – Secretaria de Transportes Metropolitanos
Maria Helena Verga Boeri – Secretaria de Turismo
Cibele Fernandes Franco – Secretaria de Trabalho e Relações de Emprego
Adriana Luzia Pereira – Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania
CONSELHEIROS GOVERNAMENTAIS – SUPLENTES
Leonardo da Hora Carvalho - Secretaria da Habitação
Silvana Pereira Gimenes - Secretaria da Cultura
Deise de Abreu Rodrigues - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia
Cristiane Lamin Souza Aguiar - Secretaria de Desenvolvimento Social
Tania Regina Martins Resende - Secretaria de Educação
Helena Caruso Torres - Secretaria de Saúde
Luciene Theodoro - Secretaria de Transportes Metropolitanos
Rosa Maria Martins Lancellotti - Secretaria de Turismo
Marinalva da Silva Cruz - Secretaria de Trabalho e Relações de Emprego
Tatiana Anechini Lara Leite - Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania
DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Mariana Tonolli Chiavone Delchiaro
Renata Flores Tibyriça (suplente)
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
Sandra Lucia Garcia Massud
Roberto de Campos Andrade
Boletim de Notícias da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo -24/03/2016 – Boletim 229
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