quarta-feira, 12 de março de 2014

83ª Reunião do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Transporte Urbano e Trânsito

Em 1990, por solicitação do Frente Nacional de Prefeitos, foi criado o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Transporte Urbano e Trânsito, com objetivo de reunir responsáveis pela gestão de transporte urbano e trânsito, visando estabelecer um canal permanente de divulgação, troca de experiências bem sucedidas nessas áreas e articulação.

Transformação

A consciência de que é preciso transformar, radicalmente , a fisionomia da mobilidade urbana no país é unânime entre os secretários municipais mas, também existe a certeza de que só se conseguem resultados por meio de um sério e corajoso trabalho conjunto bastante dinâmico. Ideias que já tiveram sucesso em uma cidade podem e devem ser divulgadas e aplicadas em todo o território nacional.

Atuação Decisiva

O MDT tem participado de Fórum há muitos anos e vem  colaborando  na discussão e articulação para que o poder público garanta recursos permanentes para a melhoria do transporte público em todas as suas esferas (Federal, Estadual e Municipal), lutando pelo baratemento da tarifa e integração dentre os modais. O Fórum teve também participação decisiva na elaboração e aprovação do Código de Trânsito Brasileiro, em 1997 e consequente Municipalização do Trânsito. Foi um trabalho intenso e decisivo juntamente com a ANTP e uma grande conquista para todos os municípios.

Contribuiu  também com a criação do MDT e Frente Parlamentar do Transporte Público, trabalhando pela elaboração do PL da Mobilidade,mobilização na defesa da manutenção do Vale Transporte e do combate ao transporte clandestino, participando do Conselho das Cidades entre outras ações.

O Fórum é composto pelos titulares das secretarias municipais de transporte e trânsito . Os serviços de secretaria necessários ao funcionamento desse Fórum, desde sua criação vêm sendo executados pela ANTP. Ocorreram até o momento 82 reuniões em todo o Brasil.

 
83ª Reunião do Fórum de Nacional -
Local: Curitiba/PR
Data: 27 e 28 de março de 2014

Ficha de Inscrição  
 e Instruções do local do Evento e Hospedagem no site da ANTP

















































































83ª Reunião do Fórum de Nacional - Curitiba
Local: Curitiba/PR
Data: 27 e 28 de março de 2014



PROGRAMA PRELIMINAR


DIA 27/03/2014 – QUINTA-FEIRA
08h00
CREDENCIAMENTO
09h00
SOLENIDADE DE ABERTURA

Gustavo Fruet
Prefeito de Curitiba/PR

José Fortunati
Prefeito de Porto Alegre/RS e da Frente Nacional de Prefeitos – FNP – a confirmar

Renato Gianolla
Presidente da Empresa de Urbanização de Sorocaba/SP URBES e do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Transporte Urbano e Trânsito

Julio Eduardo dos Santos
Secretário Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana - SEMOB – Ministério das Cidades - a confirmar

Roberto Gregório da Silva Junior
Presidente da Urbanização de Curitiba – URBS

Sérgio Pires
Presidente do IPPUC - Curitiba/PR

Luiza Simonelli
Secretária Municipal de Trânsito de Curitiba/PR

Ailton Brasiliense Pires
Presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos – ANTP
10h30
Intervalo para o Café
11h00
Apresentação dos Programas de Mobilidade Urbana de Curitiba

Coordenador
Renato Gianolla – Presidente da URBES de Sorocaba/SP e do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Transporte Urbano e Trânsito

Expositor
ü  Roberto Gregório da Silva Junior – Presidente da URBS de Curitiba

Debate
Todos os secretários presentes
12h30
Intervalo para almoço
14h00
Política Tarifária : Panorama Nacional – Dissídios – Desoneração – CIDE

Coordenador
Vanderlei Luis Capellari – Diretor Presidente da EPTC de Porto Alegre/RS e Vice Presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Transporte Urbano e Trânsito

Expositores
ü  Representante do IPEA
ü  Grupo de Trabalho de Tarifa da ANTP

Debate
Todos os secretários presentes
15h00
 Panorama da Legislação de Trânsito – Informes da CT de Trânsito  

Coordenador
Elequicina Maria dos Santos – Secretária de Mobilidade Urbana de Natal/RN e Vice Presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Transporte Urbano e Trânsito

Expositores
ü  Dulce Lutfalla – Assessora da Diretoria da CET – São Paulo/SP
ü  Nancy Schneider – CET – São Paulo/SP

Debate
Todos os secretários presentes
16h00
Intervalo para o Café
16h30
Serviço de Ônibus Padrão

Coordenador
Rosangela Maria Battistella – Assessora da Presidência da URBS Curitiba e Coordenadora Regional da ANTP/PR

Expositores
ü  Claudio de Senna Frederico – Presidente da Comissão de Ônibus da ANTP
ü  Silvio Roberto Lima – Diretor de Transportes da Prefeitura Municipal de Indaiatuba/SP
ü  Mauricio Régio – Diretor de Operações da Companhia de Engenharia de Tráfego - CET – São Paulo/SP

Debate
Todos os secretários presentes
17h30
Guardas Municipais de Trânsito

Coordenador
Renato Gianolla – Presidente do Fórum Nacional

Expositor
ü  Jorge Conceição – Secretário Municipal de Transportes e Trânsito de Propriá/SE
18h00
Informes sobre o COMFITRAN E CONCIDADES

Expositores
ü  Mirce Cunha – Diretora da Prefeitura Municipal de Porto Velho/RO
ü  Afonso Ricca – Coordenador de Trânsito da Prefeitura Municipal de Ubatuba/SP e Vice Presidente do Fórum Paulista e Nelson Castro – Diretor e Trânsito da Prefeitura Municipal de Bertioga
18h30
Encerramento
20h00
Saída do Hotel Slaviero Palace ao Local do Jantar de Confraternização





DIA 28/03/2014 – SEXTA-FEIRA

9h00
Transporte Sobre Trilhos

Coordenadora


Atílio André Pereira – Secretário Municipal de Transportes e Trânsito de Guarulhos e Presidente do Fórum Paulista de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana

Expositores Convidados
ü  Representante de Curitiba – a definir

Debate
Todos os secretários presentes
09h45
Taxi : Referenciais Normativos

Coordenador


Jorge Luiz da Conceição – Superintendente Municipal de Transporte e Trânsito de Propriá/SE e Vice Presidente do Fórum Nacional – Cidades Pequenas e Médias


Expositores
ü  Daniel Telles Ribeiro – Diretor do Departamento de Transporte Público da Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo/SP
10h45
Intervalo para o Café
11h15
Informes do Prêmio ANTP de Qualidade

Coordenador
Alexandre Resende – Gerente do Prêmio ANTP de Qualidade

Expositora
ü  Denise Cadete – Coordenadora do Prêmio ANTP de Qualidade
11h45
Bicicleta – Relato das Atividades da Comissão de Bicicleta da ANTP

Coordenador
Luiz Carlos Mantovani Néspoli – Superintendente da ANTP

Expositor
ü  Antenor Pinheiro – Presidente da Comissão de Bicicletas da ANTP
12h15
Solenidade de Encerramento
12h45
Almoço em local externo
14h30
Visita Técnica as Obras do Corredor BRT e do Metrô Curitiba




terça-feira, 11 de março de 2014

X Seminário Nacional Metroferroviário

12 e 13 de março de 2014
Associação Comercial do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro - RJ

 
 
 
 A Cidades e os Trilhos
 
 Como os Sistemas Metroferroviários estão se preparando para a Copa
 
 Política Tarifária e Pleitos do Setor
 
 Parcerias Público Privadas e Investimentos para o Setor
 
 Tecnologias de Transporte sobre Trilhos
 
 CPTM e Supervias - Evolução no Padrão de Qualidade
 
 

segunda-feira, 10 de março de 2014

AMIR KHAIR escreve sobre mobilidade no Estadão

AMIR KHAIR escreve sobre mobilidade no Estadão e defende a priorização do transporte público assim como o MDT sempre defendeu

O perigo da mobilidade

1. Inflação. A inflação no País, desde o Plano Real, sempre foi controlada pela chamada "âncora cambial", que faz com que o real seja artificialmente valorizado perante o dólar. Com isso, os produtos importados ficam mais baratos e seguram as remarcações de preços. O instrumento usado para isso é a taxa Selic, mantida bem acima da média internacional e, com isso, atraindo dólares especulativos. Mas este governo, além da âncora cambial, vem mantendo artificialmente os preços dos combustíveis e da energia elétrica e, com isso, os preços administrados pelo governo estão bem abaixo da inflação. Em 2013, os preços administrados cresceram 1,54% e os preços livres, 7,29%.
A inflação medida pelo IPCA existe desde janeiro de 1980. Portanto, há mais de 34 anos, a cada mês é informada a inflação por esse índice oficial. Fato relevante é que durante todo esse tempo em apenas duas ocasiões a inflação mensal de alimentos superou em todos os meses a inflação do mês durante 12 meses ou mais. Foi nos períodos de junho de 2007 a julho de 2008 e maio de 2012 a abril de 2013. Outra particularidade é que ao final do período nessas duas ocasiões a inflação acumulada em 12 meses havia quase alcançado o teto da meta de 6,5%.
Esse fato, no entanto, parece não ter sido observado pelo governo para combater essa inflação de alimentos. Abril de 2013, foi, também, o mês em que o Copom iniciou o ciclo ininterrupto de aumento da Selic, que saiu do mínimo histórico de 7,25% , situando-se com a última reunião em 10,75%.
2. Impacto fiscal.Esses 3,5 pontos de elevação trazem como consequência uma despesa adicional de juros por ano de R$ 109 bilhões. Neste ano, a meta de superávit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) corresponde a R$ 80,8 bilhões. Assim, todo o esforço a ser feito para atingir esse superávit primário já foi anulado pelo próprio governo. Enquanto isso, boa parte das análises só olham o resultado primário e não enxergam as despesas em ascensão com os juros.
3. Tese desperdiçada.Fora o impacto fiscal causado pelo governo com a elevação da Selic, a tese da presidente de que era possível trabalhar com uma taxa básica de juros real (excluída a inflação) de 2% caiu por terra. Durou apenas poucos meses.
Na época, chegou a ser considerado que, da mesma forma que Fernando Henrique Cardoso teve como marca de governo ter domesticado a inflação e Luiz Inácio Lula da Silva a marca da inclusão de mais de 30 milhões de brasileiros à classe média pelas políticas de transferência de renda, Dilma Rousseff teria como marca de governo a colocação da taxa de juro do setor público próxima ao nível internacional, rompendo com a péssima situação de ter o País uma das mais altas taxas básicas de juros há décadas. Esse recuo queimou o argumento de que é possível trabalhar com taxas de juros civilizadas e agradou os rentistas, que têm nessas elevadas taxas fonte importante de rendimentos.
4. Distribuição às avessas. Esse governo propala sua orientação com o slogan "desenvolvimento com inclusão" e prevê gastar neste ano R$ 25 bilhões com o bolsa família atendendo os mais pobres, mas destinou aos rentistas nos últimos 12 meses R$ 257 bilhões em juros, dez vezes mais. Quem paga essa conta é a população, por meio dos tributos. Assim, além de não conseguir desenvolver o País, desperdiçando seu potencial, o governo faz uma distribuição de renda às avessas.
5. Mobilidade. O que conduz o sucesso ou fracasso eleitoral é a disputa entre continuidade e mudança e, por enquanto, a presidente parece encarnar a continuidade que satisfaz a maioria da população, na qual os índices de inflação estão estacionados entre 5% e 6%, o desemprego está baixo e os salários reajustados pouco acima da inflação, em um céu de brigadeiro eleitoral. Além disso, Dilma conta com a vantagem de os candidatos anunciados não terem histórico relevante necessário para o pleito. Caso Marina Silva fosse candidata, o panorama poderia ser diferente.
Nesse cenário, a única ameaça em perspectiva é a piora da já saturada mobilidade urbana, caso seja colocada pelos seus adversários como ponto central da disputa. Nessa questão o governo federal pode ser responsabilizado pelo entupimento de carros nas principais metrópoles do País. Reduziu por longo período o IPI dos automóveis, levou a zero a Cide da gasolina e força a Petrobrás a subsidiar com prejuízo o preço da gasolina. Esse entupimento das vias atinge não apenas o transporte individual pelo longo tempo necessário ao deslocamento, mas principalmente o transporte coletivo, que, além de ser moroso, agride diariamente seus usuários cada vez mais espremidos em ônibus, trens e metrôs. E aí é que está o povão, decisivo nas eleições.
O que vem norteando a política do governo federal é, por enquanto, a inflação mantida na faixa em que está há vários anos. Nesse ponto o governo pouco tem a temer, pois continuará a manter o real valorizado segurando os preços dos bens comercializáveis (os que têm concorrência externa) e segurando os preços monitorados, especialmente energia e combustíveis. Continuará a usar a Petrobrás e a Eletrobrás para isso, sem se importar com os danos causados a essas empresas.
Também não é ameaça à presidente a ascensão do desemprego e a piora nos salários. Tende a continuar mais demanda do que oferta de mão de obra, mesmo com o baixo crescimento econômico existente e em perspectiva para este ano. A demografia colabora para isso.
Assim, só restou como possível ameaça a mobilidade urbana e o custo do transporte coletivo, que foi o que deflagrou as manifestações em junho do ano passado. A ação dos black blocs e a morte do cinegrafista atingido por um rojão podem esfriar novas manifestações, pois o que deu densidade ao movimento foram pessoas que viram a oportunidade de pacificamente participar do movimento pró-mudança nas condições de vida nas cidades e contra a corrupção que impregna o aparelho do Estado e o Legislativo (Congresso, Assembleias Legislativas estaduais e Câmaras Municipais).
A mobilidade vai piorar enquanto for subsidiada a gasolina estimulando o uso do automóvel, e pode ter seu ponto alto na Copa devido ao aumento de deslocamentos com a entrada de turistas e maiores movimentações por causa dos jogos. Essa piora pode ser o maior perigo e poderá influir na próxima eleição. A conferir.
Conforme amplamente noticiado, Giovana Dias de Souza Alves, de 19 anos, morreu após perder o controle do seu carro, no fim da tarde da segunda-feira 25/11, no km 315 da rodovia Padre Manoel de Nóbrega, em Itanhaém, no litoral de São Paulo, após tirar uma foto dirigindo a 170 km/h. O carro espatifou-se numa pilastra de sustentação de uma passarela da rodovia. Giovana, segundo depoimento de amigos, usava muito o celular e mandou uma mensagem para um primo cerca de dez minutos antes do acidente.
Por sua vez, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, recentemente, alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) punindo com penalidades mais rigorosas quem dirige embriagado - ainda há quem bebe, dirige e mata - ou que se recuse ao teste de alcoolemia (etilômetro), e ainda quem participa de pegas, faz demonstração de perícia ao volante, omite socorro em caso de acidente, dirige sem possuir carteira de habilitação ou estando esta suspensa ou cassada, além de quem dirige em velocidade superior a 180 km/k.
Nada a opor quanto às necessárias medidas de endurecimento da lei de trânsito, mormente num país onde cerca de 50 mil pessoas/ano, em média, perdem a vida em acidentes em rodovias e vias urbanas, em razão da imprudência e da irresponsabilidade ao volante. Registre-se que o número de vítimas fatais de acidentes com motos, entre 1996 a 2011, cresceu 932% no país.
Quanto a só punir com rigor quem dirige em velocidade superior a 180 km/h, onde o máximo permitido em algumas rodovias em território nacional é 110 km/h, parece-me permissividade e incentivo a tornar as pistas de rolamento em pistas de autódromo e em cenários de tragédias. Aguarda-se que a comissão do Senado Federal reveja tal ponto do projeto. As vítimas em potencial dos ases do volante agradecem.
A lamentar a morte do ator Paul Walker, de 'Velozes e Furiosos', em um trágico acidente de carro, no sábado 30/11, onde o veículo, em que era passageiro, bateu violentamente num poste e pegou fogo. O acidente ocorreu no sul da Califórnia (EUA). "A velocidade foi um fator do acidente", informou o gabinete do xerife do condado de Los Angeles. Como no presente caso, muitas vezes a vida imita a própria arte.
- See more at: http://www.perkons.com/pt/noticia/1461/a-morte-em-alta-velocidade-e-a-permissividade-ate-180-km-h-?__akacao=1720291&__akcnt=1486bff2&__akvkey=75be&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=051213_news#sthash.00dfT2f1.dpuf
Conforme amplamente noticiado, Giovana Dias de Souza Alves, de 19 anos, morreu após perder o controle do seu carro, no fim da tarde da segunda-feira 25/11, no km 315 da rodovia Padre Manoel de Nóbrega, em Itanhaém, no litoral de São Paulo, após tirar uma foto dirigindo a 170 km/h. O carro espatifou-se numa pilastra de sustentação de uma passarela da rodovia. Giovana, segundo depoimento de amigos, usava muito o celular e mandou uma mensagem para um primo cerca de dez minutos antes do acidente.
Por sua vez, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, recentemente, alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) punindo com penalidades mais rigorosas quem dirige embriagado - ainda há quem bebe, dirige e mata - ou que se recuse ao teste de alcoolemia (etilômetro), e ainda quem participa de pegas, faz demonstração de perícia ao volante, omite socorro em caso de acidente, dirige sem possuir carteira de habilitação ou estando esta suspensa ou cassada, além de quem dirige em velocidade superior a 180 km/k.
Nada a opor quanto às necessárias medidas de endurecimento da lei de trânsito, mormente num país onde cerca de 50 mil pessoas/ano, em média, perdem a vida em acidentes em rodovias e vias urbanas, em razão da imprudência e da irresponsabilidade ao volante. Registre-se que o número de vítimas fatais de acidentes com motos, entre 1996 a 2011, cresceu 932% no país.
Quanto a só punir com rigor quem dirige em velocidade superior a 180 km/h, onde o máximo permitido em algumas rodovias em território nacional é 110 km/h, parece-me permissividade e incentivo a tornar as pistas de rolamento em pistas de autódromo e em cenários de tragédias. Aguarda-se que a comissão do Senado Federal reveja tal ponto do projeto. As vítimas em potencial dos ases do volante agradecem.
A lamentar a morte do ator Paul Walker, de 'Velozes e Furiosos', em um trágico acidente de carro, no sábado 30/11, onde o veículo, em que era passageiro, bateu violentamente num poste e pegou fogo. O acidente ocorreu no sul da Califórnia (EUA). "A velocidade foi um fator do acidente", informou o gabinete do xerife do condado de Los Angeles. Como no presente caso, muitas vezes a vida imita a própria arte.
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Conforme amplamente noticiado, Giovana Dias de Souza Alves, de 19 anos, morreu após perder o controle do seu carro, no fim da tarde da segunda-feira 25/11, no km 315 da rodovia Padre Manoel de Nóbrega, em Itanhaém, no litoral de São Paulo, após tirar uma foto dirigindo a 170 km/h. O carro espatifou-se numa pilastra de sustentação de uma passarela da rodovia. Giovana, segundo depoimento de amigos, usava muito o celular e mandou uma mensagem para um primo cerca de dez minutos antes do acidente.
Por sua vez, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, recentemente, alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) punindo com penalidades mais rigorosas quem dirige embriagado - ainda há quem bebe, dirige e mata - ou que se recuse ao teste de alcoolemia (etilômetro), e ainda quem participa de pegas, faz demonstração de perícia ao volante, omite socorro em caso de acidente, dirige sem possuir carteira de habilitação ou estando esta suspensa ou cassada, além de quem dirige em velocidade superior a 180 km/k.
Nada a opor quanto às necessárias medidas de endurecimento da lei de trânsito, mormente num país onde cerca de 50 mil pessoas/ano, em média, perdem a vida em acidentes em rodovias e vias urbanas, em razão da imprudência e da irresponsabilidade ao volante. Registre-se que o número de vítimas fatais de acidentes com motos, entre 1996 a 2011, cresceu 932% no país.
Quanto a só punir com rigor quem dirige em velocidade superior a 180 km/h, onde o máximo permitido em algumas rodovias em território nacional é 110 km/h, parece-me permissividade e incentivo a tornar as pistas de rolamento em pistas de autódromo e em cenários de tragédias. Aguarda-se que a comissão do Senado Federal reveja tal ponto do projeto. As vítimas em potencial dos ases do volante agradecem.
A lamentar a morte do ator Paul Walker, de 'Velozes e Furiosos', em um trágico acidente de carro, no sábado 30/11, onde o veículo, em que era passageiro, bateu violentamente num poste e pegou fogo. O acidente ocorreu no sul da Califórnia (EUA). "A velocidade foi um fator do acidente", informou o gabinete do xerife do condado de Los Angeles. Como no presente caso, muitas vezes a vida imita a própria arte.
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Por sua vez, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, recentemente, alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) punindo com penalidades mais rigorosas quem dirige embriagado - ainda há quem bebe, dirige e mata - ou que se recuse ao teste de alcoolemia (etilômetro), e ainda quem participa de pegas, faz demonstração de perícia ao volante, omite socorro em caso de acidente, dirige sem possuir carteira de habilitação ou estando esta suspensa ou cassada, além de quem dirige em velocidade superior a 180 km/k.
Nada a opor quanto às necessárias medidas de endurecimento da lei de trânsito, mormente num país onde cerca de 50 mil pessoas/ano, em média, perdem a vida em acidentes em rodovias e vias urbanas, em razão da imprudência e da irresponsabilidade ao volante. Registre-se que o número de vítimas fatais de acidentes com motos, entre 1996 a 2011, cresceu 932% no país.
Quanto a só punir com rigor quem dirige em velocidade superior a 180 km/h, onde o máximo permitido em algumas rodovias em território nacional é 110 km/h, parece-me permissividade e incentivo a tornar as pistas de rolamento em pistas de autódromo e em cenários de tragédias. Aguarda-se que a comissão do Senado Federal reveja tal ponto do projeto. As vítimas em potencial dos ases do volante agradecem.
A lamentar a morte do ator Paul Walker, de 'Velozes e Furiosos', em um trágico acidente de carro, no sábado 30/11, onde o veículo, em que era passageiro, bateu violentamente num poste e pegou fogo. O acidente ocorreu no sul da Califórnia (EUA). "A velocidade foi um fator do acidente", informou o gabinete do xerife do condado de Los Angeles. Como no presente caso, muitas vezes a vida imita a própria arte.
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Conforme amplamente noticiado, Giovana Dias de Souza Alves, de 19 anos, morreu após perder o controle do seu carro, no fim da tarde da segunda-feira 25/11, no km 315 da rodovia Padre Manoel de Nóbrega, em Itanhaém, no litoral de São Paulo, após tirar uma foto dirigindo a 170 km/h. O carro espatifou-se numa pilastra de sustentação de uma passarela da rodovia. Giovana, segundo depoimento de amigos, usava muito o celular e mandou uma mensagem para um primo cerca de dez minutos antes do acidente.
Por sua vez, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, recentemente, alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) punindo com penalidades mais rigorosas quem dirige embriagado - ainda há quem bebe, dirige e mata - ou que se recuse ao teste de alcoolemia (etilômetro), e ainda quem participa de pegas, faz demonstração de perícia ao volante, omite socorro em caso de acidente, dirige sem possuir carteira de habilitação ou estando esta suspensa ou cassada, além de quem dirige em velocidade superior a 180 km/k.
Nada a opor quanto às necessárias medidas de endurecimento da lei de trânsito, mormente num país onde cerca de 50 mil pessoas/ano, em média, perdem a vida em acidentes em rodovias e vias urbanas, em razão da imprudência e da irresponsabilidade ao volante. Registre-se que o número de vítimas fatais de acidentes com motos, entre 1996 a 2011, cresceu 932% no país.
Quanto a só punir com rigor quem dirige em velocidade superior a 180 km/h, onde o máximo permitido em algumas rodovias em território nacional é 110 km/h, parece-me permissividade e incentivo a tornar as pistas de rolamento em pistas de autódromo e em cenários de tragédias. Aguarda-se que a comissão do Senado Federal reveja tal ponto do projeto. As vítimas em potencial dos ases do volante agradecem.
A lamentar a morte do ator Paul Walker, de 'Velozes e Furiosos', em um trágico acidente de carro, no sábado 30/11, onde o veículo, em que era passageiro, bateu violentamente num poste e pegou fogo. O acidente ocorreu no sul da Califórnia (EUA). "A velocidade foi um fator do acidente", informou o gabinete do xerife do condado de Los Angeles. Como no presente caso, muitas vezes a vida imita a própria arte.
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